“Homem” versus “Natureza”: que tipo de sociedade estamos construindo?

Fui na formatura de meu sobrinho Brenno dia desses – primeiro ano, antiga alfabetização.

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Ele e todos todas seus suas coleguinhas sabiam ler… e apesar do “inesperado” do fato, o que mais me chamou àtenção foram as diversas – e talvez únicas – referências à ‘natureza’ e ao ‘meio ambiente’ nas músicas e danças apresentadas.

Vocês sabem que nas formaturas das crianças (que todavia terão muito que se formar ainda…) há muitas musiquinhas, dancinhas e coreografias – quase um musical da bróduei.

Mas o que me deixou curioso foram as referências nas músicas.

Não se falou uma única vez das guerras…

Não se falou uma única vez da violência urbana…

Não se falou uma única vez das crianças desamparadas…

Não se falou uma única vez dos mendigos e daqueles quase sub-humanos…

Só se falou das plantas, dos animais, do “planeta terra”, da destruição do ‘homem’…

“Vamos cuidar do Planeta…”

“O ‘homem’ está destruindo tudo…”

“Plantinhas e animaiszinhos…”

Sei que isso é importante.

Sou biólogo. Considero-me ambientalista. Sou educador ambiental.

Mas, convenhamos… nem oito, nem oitenta!

Aí ontem eu estava conversando com meu primo, que contou ter visto um cachorro ser atropelado.

“Detesto ver cachorro ser atropelado”, disse ele.

“É ruim ver qualquer coisa e quaquer um ser atropelado!”, repliquei eu.

“É, mas eu confesso que eu fico com mais pena de um cachorro que de uma pessoa…”

“Você já viu alguém ser atropelado?”, argui.

“Já. Mas um cachorro me choca mais…”

Na verdade esta declaração não me chocou muito. Já ouvi muitas outras pessoas dizerem.

De fato estamos fazendo uma sociedade muito esquisita. As pessoas dão mais valor aos animais, têm mais pena dos animais. Ou até mesmo de uma árvore!

Passam por cima de um mendigo, fecham a janela na cara de uma criançapedinte; mas dão milho aos pombos, colocam comidinha pros gatinhos, levam cachorrinhos pra casa.

Se condoem com um cãozinho perebento, mas não tanto com uma criança perebenta…

Foi o que eu quis dizer com o conto “O menino de rua“, já publicado aqui, o qual, modéstia a parte, sugiro a leitura.

A Educação Ambiental é fundamental, mas não se pode esquecer que o que queremos é uma sociedade mais justa, mais humana, mais igual… e, sim, também menos poluída, menos degradada, mais respeitosa com todas as formas de vida.

Espero que meu sobrinho perceba a armadilha e seja mais um a fazer a diferença – diferente.

27 comentários sobre ““Homem” versus “Natureza”: que tipo de sociedade estamos construindo?

  1. Eu já me manifestei alhures (acho que até aqui, neste Blog) sobre essa pretensa dicotomia “homem vs. natureza”, como se o ser humano fosse um alienígena e a natureza um obstáculo a remover, ou uma fera a domar (ou exterminar…)

    Mas o fato é que essa idéia estapafúrdia está tão profundamente enraizada nas culturas humanas que, quando alguém percebe que faz parte da natureza, isso acaba por se tornar uma experiência até mística.

    Mas existe uma constatação ainda mais triste por trás dessa sua de que as pessoas possam ser mais solidárias com animais do que com outras pessoas: os animais não são percebidos como “ameaças potenciais”! (E.G: aquele idiota chinês que pulou a grade do zoológico para “dar um abraço no panda”…)

    No entanto, a banalização da violência entre pessoas nos tornou desconfiados de nós próprios (parêntesis necessário: qualquer policial pode lhe confirmar que, se você for assassinado, há mais de 80% de chances de que seja por alguém que você conhece bem…) Basta olhar nas páginas policiais dos diários: compare o número de notícias sobre ataques de animais a pessoas com o número de notícias de ataques de pessoas contra pessoas.

    É triste, porém verdadeiro: aquele cachorrinho abandonado é “menos perigoso” do que o menino de rua…

  2. Você tem razão quanto a isso, João.

    Mas um animal também pode ser visto como uma ameaça. Tal como um cachorro grande e bravo. Só que ele é visto como “irracional” que, se te atacar, é por defesa própria.

    A ameaça do ser humano é diferente. É traiçoeira (como você mesmo afirma).

    Porém o que me assusta não é a racionalidade que percebe um cachorrinho como menos perigoso que um menino de rua, mas o sentimento que nutrimos. O que está escondido.

    Independentemente das periculosidades, temos mais dó de um do que do outro.

    E fazemos mais por um do que por outro.

  3. Eu – realmente – não sou a pessoa mais apropriada para “aconselhar” neste quesito. Eu criei vários cães que sempre me foram “amigos”, e ajudei muitas pessoas que me fizeram “cachorradas”… Ao longo dessa vida, descobri que as pessoas jamais perdem uma oportunidade de me decepcionar… A minha fé reside na espécie humana, não nos indivíduos que a compõem.

    No meu (amargoso) ponto de vista, a tragédia é a mera existência de meninos de rua. Isso não deveria acontecer. Mas fico com um sentimento de impotência ao ver um. Um cão vira-latas (por falar nisso, só me restou uma vira-latas…) é fácil de acolher: um cantinho para dormir, ração e um carinho bissexto. Já um menino exige educação, trabalho sobre os traumas que a vida de rua lhe causou e uma enorme quantidade de respeito por sua condição de ser humano, de indivíduo… e nem meus filhos legítimos eu sou capaz de me sentir “realizado” com os valores éticos que eu pretendia transmitir. Talvez porque meus valores sejam exigentes demais…

    Mas, saindo do ponto de vista pessoal e buscando um enfoque mais “social” para o problema, o que vemos é uma degenerescência dos velhos valores éticos familiares: as pessoas põem filhos no mundo como se fôssemos roedores: a sobrevivência condicionada aos números. Tudo é pretexto para dedicar menos atenção às crianças: trabalho, recursos escassos, o lufa-lufa das atividades diárias e, quando damos pela coisa, temos jovens adultos que não têm mais qualquer noção de sociedade, não são capazes de abstrações tais como “gratidão” e “responsabilidade”, o que dirá de “cidadania”?…

    Um estudo divulgado por uma blogueira amiga retrata bem os resultados dessa “cosncientização ecológica” que as escolas se esforçam em enfiar na cabeça das crianças: todos sabem que não se deve derrubar as árvores da Amazônia — ninguém sabe que o lixo é um problema ecológico muito mais grave e imediato…

    Talvez antes de ensinar sobre “cuidados com o meio ambiente”, fosse o caso de ensinar simples “boas maneiras” à gurizada… Mas, cadê os paradigmas?… Certamente não estão nessa pseudo-elite que assola as páginas dos jornais. Faço minhas as palavras que Berthold Brecht põe na boca de seu personagem “Galileu”: Infeliz do povo que precisa de heróis… (porque esses andam raros… muito raros…)

    • Esta ma teria e muito boa vai a judar por demais os meninos na E ducacão enfantil vai cer legal elis vai en ten der que e muito importante o cuidado com a natureza

  4. Muito bom esse artigo. Concordo também que não devemos ser oito ou oitenta em nada na vida, principalmente quando se tratar de assunto tão importante e inerente à vida de cada um de nos. Meu modo de ver a vida e as coisa do mundo real, obriga-me a pensar e me posicionar de forma, que qualquer ser humano consciente e possuidor de boa formação moral e intelectual deve sim, ter toda a preocupação com a natureza e preservação do meio ambiente, se não, onde e como vão viver as futuras gerações? No entanto, o lado humano e solidário de cada um de nos nunca deve ser esquecido, e devemos sempre cultivar em nossos corações bons sentimentos e atitudes de amor e caridade para com o nosso próximo ou qualquer ser vivo que habite neste planeta, pois tenho convicção que só assim poderemos construir uma sociedade melhor, mais fraterna e saudável. Para isso, devemos trabalhar a conscientização das nossas crianças sobre esses dois importante e imprescindível aspecto, seja, nas escolas, em casa, onde estivermos, pois eles serão os adultos do amanhã.

    • Oi Pedro,

      Obrigado pelo comentário.

      E, sim, devemos tomar mais cuidado com o tipo de educação que damos às nossas crianças. O caminho é educação, é certo; mas qual? Como? Isso é o que discuto sempre por aqui.

      Abraços.

  5. cara, nao to criticando nem nada.
    nos mudamos tudo.
    quem disse que o motivo da vida era esse?
    tipo viver em sociedade, ta. mudar ela toda, destruindo TUDO a nossa volta.
    imagina quantas arvores nos ja matamos? quantos animais nos matamos? E AINDA PARA FAZER UM CASADO PARA UMA MODELO QUE NEM SE IMPORTA (exemplo)
    nos nao vamos evoluir matando os outros.
    eu sei que nos precisamos de comida, de abrigo, e a terra tem capacidade de dar isso tudo para nos.
    mas nos estamos abusando.
    pois o animal, que foi atropelado, que morreu para fazer casacos de pele…
    a agua, que nos tomamos, sendo usada para, dar descargas, para lavar carros, para lavar rua
    quer dizer, tem gente passando sede, e outra pessoa feliz jogando agua para todo o lado, apenas para limpar a rua, para lavar o carro…
    ou seja, nos (humanos) vamos crescer(para uns 9 bilhoes de habitantes), matar mais animais, gastar mais agua, derrubar mais arvores….
    eeehhh…
    ta vendo?
    se nos matarmos a natureza, nos morreremos.(talvez nao, talvez achem um outro planeta habitavel, e espero eu que la nos nao destruiremos nada.

  6. Olá Declev!
    É sempre muito oportuno falar sobre educação de uma forma geral.
    Acompanhando a evolução da Terra até o surgimento da espécie humana, com as condições ideais para sua sobrevivência, a mim não restam dúvidas de que esse é “o nosso planeta”.
    Dever nosso é promover ações onde o homem possa continuar existindo e não apenas subsistindo.
    Promovamos pois, mais espaço para discussões como esta. Quem sabe assim, um dia tenhamos todos desde a educação básica até a educação ambiental.
    Um abraço e parabéns por seus artigos.

  7. Ola !!!!

    Muito bom o seu artigo Deckev , mas em partes, vejamos o por que.Essa iniciativa de ensinar as crianças a ter zelo pelo meio ambiente vem de dentro das universidades , eu mesma tenho aula de EDUCAÇÃO AMBIENTAL , e nas aulas os prof. falam muito sobre essa questao de começar pelo pequeninos, a nao denegrir a natureza, o que eu sinceramente nao acredito .Quase todos tem em mente que a degradação a natureza começou com a REVOLUÇAO INSDUSTRIAL, e de lá pra cá nada se tem feito a FUNDO para ajudar o nosso planeta, é por isso que acredito ser impossivel acabar com tantos impactos negativos ao meio ambiente, pode amenizar, mas acabar nunca né!!!!

    • Oi Valéria,

      Existem diversas formas de se fazer educação ambiental. Eu mesmo estou fazendo minha tese de doutorado sobre isso.

      Por isso temos a impressão de ser impossível fazer algo ou ter resultados positivos – que parecem não existir, apesar da EA estar em todo lugar, como você mesma aponta.

      Mas, como na educação, é uma questão de hegemonia, de luta política.

      Um dia, quem sabe, nós conseguimos alguma coisa…

      Abraços.

  8. Eu acabei de ler todos os artigos deste site, sou de Brasiléia no estado do Acre, convivie com a distruição das foloresta deste Estado na decta de 80, quando os grades latifundiários vindo do Sul do país, compraram todas as terras deste Estado para trasforma-las em pastagem para criação de gado, tinha meus 12 para 14 anos, e presencie, a montruosidade dos capateses das fazendas para com o ser humano e a natureza, distruindo a floresta, as moradias, matando pessoas que lutavam por um pedaço de tarra para viver, vi pais de familias chorando em clusivel o meu pai que era seringueiro do serimgal carmem, e me dizia meu filho moro aqui a vinte anos e não sei o que fazer não sei como vamos sobreviver pois tomaram tudo que é nosso e as outorides estão do lado dos fazendeiros, Mas graças a Deus e a pessoas como Chico Memdes e outros grandes homens que lutaram pela a natureza e a floresta, dando suas propias vidas em luta de um povo jogado a propia serte, que as familias acreanas encontraram uma saida e o desmatamento e a distruição foram contidos, não total mais parcial, e hoje o Estado tem politicas públicas voltadas para o meio ambiente e a presevação da natureza.

    • Oi João,

      Obrigado pelo seu depoimento, é muito importante.

      É bom saber que as coisas estão melhorando, pois as notícias são sempre muito ruins.

      Sempre é bom notícias da “fonte”.

      Abraços e volte sempre.

  9. Concordo com o que disse João Carlos: “…quando damos pela coisa, temos jovens adultos que não têm mais qualquer noção de sociedade, não são capazes de abstrações tais como “gratidão” e “responsabilidade”, o que dirá de “cidadania”?…” Precisamos, urgentemente, criar ações para reverter esse quadro, promover discussões como essa é um começo, e se cada um fizer sua parte,
    conseguiremos atingir, no mínimo, o início de nosso objetivo, que é a concientização de nossas crianças, que é possibilitarmos a elas a reflexão crítica sobre nossa realidade, apontar caminhos sobre o comprometimento com a natureza, e com o meio em geral.
    ( isso pode não acabar com os impactos que tem sofrido o meio ambiente, mas, como eu disse, será um início para nosso objetivo).

  10. Olá,
    Faço pedagogia na Unopar, com pólo em Maceio-Al., nossa professora de metodologia de ensino Natureza e sociedade nos forneceu este site, para dar início a leitura do módulo da disciplina, agradeço a mesma, pois tais leituras foram enriquecedoras. Sabendo-se que temos que propiciar as nossas crianças uma reflexão crítica sobre o meio ambiente, e deixá-las perceber que fazemos parte desse mesmo meio. E que cuidar, preservar depende de ações onde o homem possa continuar neste planeta, não só como se fosse alguém que esta aqui só de passeio, como se estivesse de férias, mas como o dono da casa, como alguém que tem responsabilidade que vai cuidar desta casa, não só por dentro, mais em toda a sua estrutura.

  11. Fiquei com muita vontade de escrever sobre sua conversa com seu primo e o cachorro. Sabe porque ele fica chocado com o cachorro e não com uma pessoa. Os animais não tem consciencia do carro, da rua,etc já os humanos se não tem deveriam pois são providos de inteligencia(as vezes questionada).

    • Oi Lica,

      É verdade… mas acidentes acontecem, né?, apesar da consciência.

      E se fosse um parente nosso (seu)?

      Dá mais pena um cachorrro?

      Talvez seja um pouco egoísta de nossa parte.

      Apesar, é claro, de toda a pena do mundo que tenho em relação ao atropelamento de qualquer animal.

      Abraços,

      • A pena que o mesmo se refere, talvez seja a mesma que eu sinto, pois poucos param e tiram o animal atropelado da rua, passam por cima até o bichinho ficar achatado ali, isso jamais aconteceria com o ser humano, pois o primeiro que passar já providência socorro, é oque eu penso.

        • Oi Claudete, eu também sinto pena de um animal atropelado. Tenho dois cachorros e dois gatos, sou biólogo, etc. Mas a questão não é essa. A questão é que estamos colocando TUDO acima do próprio ser humano. Hoje, as pessoas se preocupam mais com a vidraça do banco quebrada – sem questionar se é certo ou não fazer este tipo de protesto – do que com uma manifestante que perde o olho com uma bala de borracha. Que tipo de gente atira na cara de uma mulher? Então, sentir mais pena de um animal do que de uma pessoa atropelada, é esquisito. ninguém pensaria assim se o atropelado fosse o filho, a mãe ou qualquer pessoa conhecida. Então, é puro egoísmo, pois nosso sentimento muda se NÓS formos atingidos. Abraços.

  12. adorei a disculsão, e concordo sim que as pessoas dão mais valores animais e que eles são dominados pelos humanos, veja o que aconteceu rescentemente com as crianças numa escola do rio de janeiro, eu acho que ta td errado com a educação dos futuros cidadãos, temos que conscientizar sim com relação ao meio ambiente, nos fazemos parte dele e aqui que vivemos, para a educação e que precisamos de mais, nao e so formar um pedagogo e enfiar ele dentro de uma sala de aula e dizer que o ppp e esse e tem que ser cumprido. e preciso que a politica da educação mude coloca um profissional na area psiquica dentro da educação infantil para que crianças não cresçam revoltadas e tenham seu primeiro diagnostico dentro da escola, para nao crescer um louco e sair matando pessoas inocentes por ai a deus dara. o governo exige muito dos professores e não e inteligente o bastante para fazer esse tipo de observação uma vez que o ppp esta lotado de leis para professor cumprir e no final das contas a escola nao tem nada, no estatuto da crianças e adolescentes as leis dizem que da defesa da criança e do adolescente e dai cade, a defesa olha a situação do louco que estuda numa escola e mata um monte de crianças. e vem os depoimentos que o cara nao era normal desde sua infancia e seus colegas abusavam por ser timido olha ae o preconceito, a cabeça desses malucos que dizem ser amigos. devia ter sobrado pra eles que fizeram covardia com o rapaz e não para as inocentes. da escola onde ele foi acertar as contas, esse pais e podre meu filho, sem falar de drogas na escola que ninguem consegue combater, e dai? sensibilizar com o meio ambiente antes teriam que sensibilizar os humanos que são os maiores culpado de tudo

  13. Olá!!
    Percebo que as Políticad Educacionais não estão conduzindo adequadamente a questão do ensino sobre o meio ambiente nas escolas. Há uma desensiblilização do ser humano de todas as formas. Vejamos as músicas apresentadas na mídia que no seu teor denigrem o ser humano e muitas incitam a violência sontra outras de sua espécie, porém contra animais, graças a Deus, ainda não tem, não que eu conheça. A educação, conforme a Constituição Federal é dever da família, do Estado e da Sociedade, Pergunto – O que a sociedade, através das autoridades políticas, tem ensinado as nossas crianças? A mídia, que valores cultiva e transmite? A educação foi delegada ascolas, como se ela fosse mágica, apagando tudo que um aluno aprende fora delas e automacamente aderisse somente o que é ensinado nas instituições de ensino. É indiscutível seu peso na formação do educando, mas é preciso a colaboração de todos os seguimentos da socieade.
    Abraços

  14. Muito importante todas estas falas e informações, porem creio que o que conta mesmo, especialmente para as novas gerações e criar um novo velho e perdido no tempo, modelo de vida, onde a ética e o respeito pelas pessoas, animais, natureza, ultrapassem o bla, bla, bla, e se torne real na vida de cada pessoa, no dia a dia.
    Nas atitudes mais simples, como separar o lixo da sua casa, respeitar o seu parceiro( marido, esposa), seus filhos, seus velhos pais. Acolher os animais, mas também as pessoas… Difícil, muito difícil, mas superpossível e viável, até porque, a vida não é estática, e tanto eu como cada um de vocês, estamos sujeitos há um dia estar no lugar do outro que deixamos de ajudar. A fila anda a roda da vida da vida gira, e como diz a musica… De repente muda nossa vida e depois convida a rir ou chorar.
    Só sabe a dor de quem sofre quem já sofreu também! Já sofri. Mas não precisei deste sofrimento para saber que os outros sofriam. Aprendi desde muito pequena, com meus pais e avós, que deveria respeitar e amar as pessoas e tudo que Deus criou.
    Assim, estamos ensinando e sendo exemplo para os nossos 5 filhos, duas noras e um lindo netinho.
    Cheguei a este artigo, através da orientação de uma professora do meu curso de pedagogia EAD-UNOPAR VIRTUAL.
    Aparecida Nunes
    Ituiutaba – MG – 12/09/2012.

  15. Olá, essa é a realidade que estamos encarando, as pessoas a cada dia se importam menos ainda com as outras, dando prioridade para os animais, e as crianças? É claro que ela fazem as mesmas coisas, é errado cuidar dos animais e plantas? Não, mas temos que saber que estamos tratando também de seres humanos, dignos de atenção, cuidado, pelo menos um olhar cuidadoso já é muita coisa, portanto a sociedade está em estado de “calamidade” digamos assim, com relação ao tratamento das pessoas umas com as outras.

  16. Sou coração mole, chorei ao ver as peças do museu da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, se perdendo com a enchente, mas amo o ser humano em primeiro plano.

  17. Gostei muito de suas colocações, pois eu também compartilho dessa mesma ideia: Que todos os seres, bem como todos as formas de vida devem ser respeitadas e preservadas, mas julgo ser um absurdo pessoas considerarem os animais, as plantas, etc.. mais importantes que a vida humana, pois é mesmo que não valorizar a sua própria existência.

  18. Como protetora dos animais , não gostei nada do texto sugerido pela web Unopar.

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