“Prefeitura precisa manter o envio de verba pra gente”, diz o globo

Eduardo paes e cláudia costin

A nossa maravilhosa secretária de educação do Rio agora é uma maravilhosa ex-secretária. Ela “foi aprovada em um processo seletivo para comandar o departamento de Educação do Banco Mundial (Bird)” (fonte) Como eu já mostrei algumas vezes por aqui, sua gestão foi a gestão que o grande mercado quer: privatista (tudo dentro da escola vem por […]

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Pai de aluno? Jogo sujo da prefeitura e da globo!

Saiu no rjtv – jornal da isenta globo – sobre a greve dos professores aqui do Rio de Janeiro.

Logo após os dois minutos – dos três dedicados à greve – aparece um “pai preocupado” com a greve, pois estaria prejudicando os alunos.

Veja o vídeo. Olhe a cara deste pai preocupado.

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Dinheiro da educação é para pagar… consultores!

Dizem que não existe dinheiro suficiente para fazer uma educação de qualidade.

Dizem que não existe dinheiro suficiente para pagar bem ao professor (o qual é sempre o “culpado” pela má educação, e talvez por isso).

Mas não dizem que parte do dinheiro da educação, aquele que deveria ir para as escolas, para os professores, vai parar nas mãos de consultores de ouro, fundações privadas, institutos parceiros…

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Texto de professor do Município do Rio de Janeiro – “O Sujeito da História”

Eu venho insistentemente denunciando os descalabros promovidos pelos gestores da educação pública brasileira, em especial daquelas redes municipais em que trabalho: Niterói e Rio de Janeiro.

Mas eu não poderia ter feito uma apanhado melhor do que o colega que escreveu o texto abaixo. Os negritos são meus, para facilitar a visualização das arbitrariedades.

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Material escolar pra estudar ou pra “comprar”?

Todo ano a mesma coisa, desde que entrei para o magistério.

Nosso rico dinheirinho captado por meio de absurdos impostos é gasto com toneladas de materiais didáticos e outros materiais para os alunos: lápis, borrachas, canetas, cadernos, réguas, mochilas, tênis, camisas, calças, casacos… acho que até cuecas!

Tudo, como eu disse, às toneladas.

É errado? Não, à primeira vista, não.

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Diz que foi engano, diz!

Noventa e quatro milhões, oitocentos e seis mil, setecentos e sessenta e três reais e trinta e quatro centavos

Dinheiro da educação repassado para uma empresa privada fingir fazer o que nós, professores, sabemos fazer – basta, para isso, dar-os as condições necessárias.

Eu gostaria, realmente, de ver uma manchete dizendo que isso foi um erro de digitação!

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Que fantástico! Agora os professores de Matemática do Espírito Santo sabem ensinar Matemática!

Alastra-se por todo o país o “desvio legal” de verba da educação: ou seja, pegam o dinheiro que é da educação e pagam fundações, institutos, ONGs, consultores externos à escola para fazer o que nós, profissionais da educação, deveríamos receber decentemente para fazer.

Veja mais um caso…

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Não tem dinheiro pra educação? Mas pras Fundações, Institutos, Consultores e ONGs “parceiras” da escola tem, e muito!

Quais são as nossas prioridades? Das escolas e dos professores?

É o pagamento a um monte de empresas, fundações, institutos, parceiros que ESTÃO FORA DA ESCOLA, vendendo seus “produtos milagrosos” para a educação?

Tirem suas próprias conclusões.

Peço apenas para que vejam com que frequência é utilizada a palavra inexigibilidade, o que quer dizer “licitação impossível; é inexigível porque impossível; é impossível porque não há como promover-se a competição”.

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