Arquivo da categoria: Licitações e “parcerias”

“Prefeitura precisa manter o envio de verba pra gente”, diz o globo

A nossa maravilhosa secretária de educação do Rio agora é uma maravilhosa ex-secretária. Ela “foi aprovada em um processo seletivo para comandar o departamento de Educação do Banco Mundial (Bird)” (fonte)

Como eu já mostrei algumas vezes por aqui, sua gestão foi a gestão que o grande mercado quer: privatista (tudo dentro da escola vem por meio de empresas privadas); fordista; meritocrática; em que ao invés de uma educação humanista, libertária, uma educação para a formação de um cidadão crítico e participativo, temos um “adestramento” para se fazer determinadas provas e acertar o maior número possível de respostas em provas formatadas para este fim.

É logico que para o status quo, é a gestão ideal. É por isso que foi para o Bird e é por isso que a organização globo lamenta sua saída e afirma que “prefeitura precisa manter política educacional”.

Como o jornal é deles e eles escrevem o que querem, este blog é meu e faço o mesmo. Então, abaixo de cada pedaço retirado do editorial linkado acima, eu coloco minhas palavras.

Segundo o globo,

“A secretária Cláudia Costin deixa o cargo, mas, além de vários programas de melhoria do ensino, já existe um sentido estratégico na área, e que tem de ser preservado. […] o prefeito Eduardo Paes e o sucessor da secretária têm como tarefa primordial preservar o trabalho que vem sendo executado desde 2009, e aprofundá-lo. Mas crescem as resistências de ordem corporativa-sindical à modernização das escolas públicas da cidade.

MENTIRA!

Não há nenhuma resistência corporativa-sindical à “modernização” das escolas públicas.

O que há, sim, é uma resistência à FALSA modernização, aos programas comprados por MILHÕES e ineficazes do ponto de vista de uma educação crítica e humanista, e uma resistência à cultura da meritocracia que NÃO É uma modernização.

Ora, o que se chama “modernização” [meritocracia] já foi testado pelos EUA, em NY, há mais de vinte anos e, hoje, eles estão abandonando porque viram que NÃO DÁ CERTO.

E quem diz isso hoje não sou eu, mas é justamente quem implantou isso há mais de 20 anos, a Diane Ravitch:

“Uma das principais defensoras da reforma educacional americana – baseada em metas, testes padronizados, responsabilização do professor pelo desempenho do aluno e fechamento de escolas mal avaliadas – mudou de ideia. Após 20 anos defendendo um modelo que serviu de inspiração para outros países, entre eles o Brasil, Diane Ravitch diz que, em vez de melhorar a educação, o sistema em vigor nos Estados Unidos está formando apenas alunos treinados para fazer uma avaliação.”

Isso é modernização, implantar um modelo testado e falido???

O globo, muito preocupado com a educação, continua:

“[…] Encontrou um cenário de terra arrasada. À época, vigorava um sistema pelo qual alunos não eram reprovados, mas também não recebiam qualquer reforço nos estudos para que pudessem, à frente, mudar de ciclo, com o domínio da matérias. Era a tal da “aprovação automática”, cujo resultado, dramático, foi, num total de 700 mil alunos, permitir a existência, em 2009, de 28 mil analfabetos funcionais.

MENTIRA!!!

A “aprovação automática” apenas mudou de roupa. Pega-se os que têm mais “problemas para aprender” e coloca-se numa turma pra receber aulas de quem, de quem, de quem??? Da fundação roberto marinho!!!

E, claro, não somos “obrigados” a aprovar, mas não se reprova todos os que teoricamente mereceriam, pois que há uma força “velada” pela aprovação. Ora, não se pode reprovar 90%, certo?

[Aqui, um adendo: eu, particularmente, sou contra a reprovação e aprovo todos os meus alunos; mas isso é assunto extenso, para outro artigo]

Agora, a pérola, ou a cereja do bolo:

“Costin procurou, então, fundações privadas a fim de capacitar professores para realfabetizar os estudantes.

AAAAAAAAAhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!

Tá explicado…

Nós, professores, éramos incapazes, então fundações privadas [sic!] nos capacitam e realfabetizam os estudantes!!!

Mas, vamos entender um pouco mais a fundo essa capa$$itação, pelas palavras de outras pessoas, que não as minhas:

A transferência de recursos da Secretaria de Educação do Rio para a Fundação Roberto Marinho

Continuando:

“Entre outras ações, a Secretaria começou a ampliar o número de escolas de turno único — com meta já estabelecida em lei —, e passou a dar prioridade a Matemática, Português e Ciências, sem esquecer o Inglês, cada vez mais imprescindível.

Sobre as escolas de turno único, o que há é uma miríades de escolas diferenciadas, não um sistema de EDUCAÇÃO INTEGRAL como deve ser. Umas com 7 horas, outras integral, umas com matérias chamadas “eletivas”, outras com professores de qualquer disciplina dando todas as disciplinas. Muitas continuam com 3 turnos.

E sobre a prioridade destas disciplinas eu mesmo já escrevi por aqui algumas vezes:

Sou contra a priorização da matemática e do português

Como se faz educação?

A escola que sonho é diferente da que tenho

Projeto para uma escola diferente

Mais palavras sábias do grande conglomerado da informação que apoiou a ditadura e tantos outros políticos que só ferraram o Brasil, como o Collor:

“Cláudia Costin costuma dizer que nada se faz na Educação sem a adesão do professorado. Aqui há um obstáculo — mazela não apenas carioca, nem brasileira, pois existe também em outras cidades, estados e países —, representado pela resistência corporativa-sindical às mudanças. No Rio — e também não apenas aqui —, existe cerrada oposição a políticas de meritocracia, que premiem o bom professor e deem condições de aprimoramento profissional a todos. Funciona na prefeitura um desses sistemas, de bônus relacionado ao alcance de metas, algo essencial para a melhoria do ensino.

MENTIRA!!!

A mentira aqui não está na “cerrada oposição a políticas de meritocracia”, pois que SIM, temos resistência a ela. Mas a mentira é dizer que estas políticas “premiam o bom professor e dão condições de aprimoramento profissional a todos”.

MENTIRA!!

Preciso falar de novo, grobo? Isso não dá certo! Isso só “treina” os alunos a tirarem boas notas em provas. Isso não “educa”. Isso não constrói um cidadão. Isso não faz um ser pensante [ops!, talvez seja justamente isso que queiram…].

Vamos ler um pouco mais sobre isso, ao invés de ficar repetindo mentiras até que se tornem verdades? Vejam este artigo:

Vida e morte do grande sistema educacional americano

E vejam esta história REAL que eu contei por aqui:

Meritocracia na educação: injustiças e descasos

Então, por fim o globo diz:

“[…] Nada a fazer, a não ser enfrentar as resistências. No caso do Rio, sem qualquer recuo na política que vem sendo aplicada.”

Hummm…. vou reescrever esta frase para melhor dizer o que eles estão querendo dizer:

“[…] Nada a fazer, a não ser enfrentar as resistências à política educacional privatista e meritocrátia, mesmo que seja um sistema testado e falido, sem qualquer recuo na destinação de verbas para nossas fundações”.

Vamos ver umas fotos?

Lembre-se: são apenas algumas poucas das muitas e muitas e muitas outras destinações de verba da educação para empresas. Tudo por “inexigibilidade”:

Dinheiro da Prefeitura para O Dia

Dinheiro da Prefeitura para O Globo

Pregão eletrônico - SME RJ

Repasses a fundação roberto marinhos

Sem mais.

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira
Procurando uma inexigibilidade para aumento de salário dos professores

Pai de aluno? Jogo sujo da prefeitura e da globo!

Saiu no rjtv – jornal da isenta globo – sobre a greve dos professores aqui do Rio de Janeiro.

Logo após os dois minutos – dos três dedicados à greve – aparece um “pai preocupado” com a greve, pois estaria prejudicando os alunos.

Veja o vídeo. Olhe a cara deste pai preocupado:

RJ TV O globo

Viu?

Agora, veja-o feliz, fazendo campanha para vereador e campanha para prefeito, ao lado de cupinchas do eduardo paes:

Diário do Professor

Greve

Sim, é isso mesmo!

“Sem querer”, a globo foi entrevistar logo um pai de aluno aliado do prefeito, candidato a vereador e, provavelmente, querendo aparecer um pouquinho para a próxima eleição.

Veja quem é ele, afinal:

Professores

Isso mesmo! A figura “de capa” do facebook dele é o logo do psd, partido pelo qual ele tenta ser vereador com o apoio do prefeito.

Seus amigos?

Greve dos professores

Isso mesmo! O vice-governador maravilhoso pezão, a filha do ex-governador clarissa garotinho, a também política solange amaral e outros.

Só gente boa, honesta e preocupada com a educação e com o cidadão. Todos muuuuito preocupados com os coitadinhos dos aluninhos que estão sem aula.

E, claro, ele ficou super feliz com a publicidade política gratuita que recebeu:

Escola Municipal

Ou seja, a rede globo, mais uma vez, manipulou as informações, tentando colocar a sociedade contra nós, em conluio com o prefeito.

Ora, ouça os pais e mães que aprovam a greve, porque sabem, por experiência própria, como as escolas dos seus filhos são!

Agora… pensando bem… por que será que a isenta globo está dando tanto apoio assim ao prefeito? Hein, hein? Por que será?

Rio Transparente - Google Chrome

Ups! Quê isso, gente… deixa de ser maldoso, não tem nada a ver…

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira
Professor de Ciências, com Especialização, Mestrado e Doutorado, mas não contemplado pelo Plano de Carreira que o prefeito e sua secretária fizeram. Em greve!

 

 

Dinheiro da educação é para pagar… consultores!

Cifrão

 

Dizem que não existe dinheiro suficiente para fazer uma educação de qualidade.

Dizem que não existe dinheiro suficiente para pagar bem ao professor (o qual é sempre o “culpado” pela má educação, e talvez por isso).

Mas não dizem que parte do dinheiro da educação, aquele que deveria ir para as escolas, para os professores, vai parar nas mãos de consultores de ouro, fundações privadas, institutos parceiros

Só nestes exemplos abaixo, são R$ 315.000,00 (315 mil reais) para 3 pessoas.

Somente uma das consultoras recebe R$ 180.000,00 (180 mil reais) para “Promover atividade de consultoria na elaboração de itens de provas de alfabetização”.

Eu precisaria trabalhar, com o que ganho hoje contando todos os benefícios para além do salário-base, cerca de 75 meses para receber esta quantia. Cerca de 6 anos.

Eu venho denunciando isso aqui por diversas vezes.

Vejam aqui diversos exemplos de desvio legal de dinheiro da educação.

Vejam que em TODOS, absolutamente TODOS os exemplos, foi utilizado o recurso da Inexigibilidade de licitação.

Já expliquei aqui  o que significa este palavrão.

Mas, pergunto: só, só e somente só estes “consultores” teriam condições de desenvolver este trabalho?

Do alto de minha ignorância, pergunto publicamente ao Ministério Público, por vezes sinceramente preocupado com o dinheiro público e até mesmo com a educação: isso está certo???

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira
Mais que professor, cidadão

DIÁRIO OFICIAL de 30 de agosto de 2010

DESPACHOS DA SECRETÁRIA E DO SUBSECRETÁRIO DE GESTÃO

EXPEDIENTE DE 27/08/2010

Processo nº 07/002727/2010
1-Objeto: Consultoria Técnica
2-Partes: PCRJ/SME e Eliana Maria Bahia Bhering
3-Fundamentação: Inexigibilidade de Licitação: Artigo 25 Inciso II da Lei n° 8.666 de 21/06/1993 e suas alterações.
4-Razão: Realizar a consultoria para equipe da Gerência de Educação Infantil
5-Valor: R$ 45.000,00 (quarenta e cinco mil reais)
6-Autorização:Paulo Roberto Santos Figueiredo
7-Ratificação: Claudia Costin

Processo nº 07/003186/2010
1-Objeto: Consultoria Técnica
2-Partes: PCRJ/SME e Bertha de Borja Reis do Valle
3-Fundamentação: Inexigibilidade de Licitação: Artigo 25 Inciso II da Lei n° 8.666 de 21/06/1993 e suas alterações.
4-Razão: Realizar serviços de consultoria na formulação do novo modelo conceitual para o 6° ano.
5-Valor: R$ 90.000,00 (noventa mil reais)
6-Autorização:Paulo Roberto Santos Figueiredo
7-Ratificação: Claudia Costin

Processo nº 07/002546/2010
1-Objeto: Consultoria Técnica
2-Partes: PCRJ/SME e Iza Locatelli
3-Fundamentação: Inexigibilidade de Licitação: Artigo 25 Inciso II da Lei n° 8.666 de 21/06/1993 e suas alterações.
4-Razão: Promover atividade de consultoria na elaboração de itens de provas de alfabetização.
5-Valor: R$ 180.000,00 (cento e oitenta mil reais)
6-Autorização:Paulo Roberto Santos Figueiredo
7-Ratificação: Claudia Costin

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No Diário do Professor você encontra artigos e links sobre o dia-a-dia da Educação:

Planos de aula, Atividades, Práticas, Projetos, Livros, Cursos, Maquetes, Meio Ambiente… e muito mais!

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“Confundiram” educação com Escolas de Samba no Rio de Janeiro!

Dinheiro da educação do município do Rio de Janeiro, para além das fundações, institutos, emrpesas e consultores “pareceiros”, vai para Escolas de Samba!

Um total de R$ 46 milhões que deveria ter sido investido nas escolas do município do Rio foi usado para pagar dívidas de água e esgoto de seis escolas de samba, da Liga Independente (Liesa), do Sindicato de Empresas de Ônibus (Rio Ônibus), do Riocentro e da própria Prefeitura.

A constatação está na avaliação feita pelo Tribunal de Contas do Município (TCM) sobre a gestão do prefeito Eduardo Paes no ano de 2011.

Sem comentários.

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira
De olho

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Texto de professor do Município do Rio de Janeiro – “O Sujeito da História”

Texto de professor do Município do Rio de Janeiro – “O Sujeito da História”

Eu venho insistentemente denunciando os descalabros promovidos pelos gestores da educação pública brasileira, em especial daquelas redes municipais em que trabalho: Niterói e Rio de Janeiro.

Por diversas vezes, escrevo as arbitrariedades, loucuras e “malabarismos” realizados com a verba da educação, que é gasta com tudo, menos educação.

Artigos meus neste sentido podem ser encontrados, por exemplo, na categoria “luta dos profissionais da educação” ou “licitações e parcerias”.

Mas, sim há muito e muito mais.

Eu não poderia ter feito uma apanhado melhor do que o colega que escreveu o texto abaixo. Os negritos são meus, para facilitar a visualização das arbitrariedades.

Eu sugiro a leitura atenta e total do artigo, para que vocês possam entender em que está se transformando a educação no município do Rio de Janeiro.

Isso, ao menos enquanto este governo franco-atirador que tem por alvo os professores perdure.

Quem for eleitor do Rio – e também em qualquer município – deve pensar bem, muito bem em quem votar.

Sim, temos opções, temos 50 “opção”!

Leiam o artigo e concordem comigo.

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira
Assino embaixo

“O SUJEITO DA HISTÓRIA”

Chegamos a nova eleição municipal. Mobilizam-se partidos e comitês. Candidatos iniciam suas campanhas. Lideranças buscam coligações e apoios. A atividade político/partidária ganha mais atividade e cores. Natural e salutar.

E qual será o papel do professor da rede pública municipal carioca dentro deste processo? Teremos uma voz ativa ou estaremos a reboque dos fatos. Será que o nosso processo eleitoral será decidido pela força econômica dos poderosos e por feriados nebulosos às vésperas do pleito, ou terá uma verdadeira discussão sobre nossas necessidades e carências? A quem cabe a resposta? A nós, PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO!

Não mais poderemos nos omitir sob o pretexto de que pouco ou nada podemos fazer. Não é verdade! Somos o SUJEITO DA HISTÓRIA! Podemos e devemos transformar a realidade adversa e ajudar a construir uma sociedade mais justa e igualitária. Nossa força está em nosso discurso, em nossas palavras. Nossa autoridade está em nossas idéias. É preciso discernimento para reconhecer a necessidade de mudanças, e coragem para realizá-las.

Desde o primeiro dia de sua gestão EDUARDO PAES virou as costas para o servidor da educação, se negou a qualquer discussão, e iniciou seu projeto de entrega da educação carioca a grandes corporações privadas. Para isto importou de São Paulo uma antiga colaboradora de Fernando Henrique Cardoso em seu projeto de privatização do patrimônio brasileiro, a Sra. Cláudia Costin. Sua nomeação foi uma clara ação que desprestigia o servidor público municipal e seu magistério. Também era uma indicação clara das intenções políticas do prefeito EDUARADO PAES.

Acredito que esta senhora nunca tenha dado uma única aula de ensino fundamental em toda a sua vida e nunca tenha pisado antes em uma escola pública carioca até a data de sua nomeação. Duvido muito mesmo que soubesse o nome de uma única unidade sequer. Dedicou-se durante toda a sua gestão a dividir professores e servidores, criando prêmios e gratificações que somente semeiam a discórdia e o desentendimento. Criou escolas que recebem tratamento material e logístico diferenciado, além de premiações superiores. Deu ênfase a um projeto em gratificações que premia índices de aproveitamento, que normalmente não refletem a realidade, e restringe, através da perda destes mesmos prêmios, o direito a licenças e afastamentos legais dos servidores. Afasta os comentários daqueles que possuem a coragem de falar a verdade e estimula a bajulação e o carreirismo. Sua administração é marcada por um sem número de erros administrativos, próprios de quem pouco conhece a rotina de uma escola de ensino fundamental, e atitudes arbitrárias e atabalhoadas, que levam as U.E.’s a uma completa desordem.

Sem muita discrição, o governo EDUARDO PAES passa para a imprensa que uma possível baixa qualidade da educação de “alguns alunos” deve-se principalmente ao “despreparo e falta de empenho” de “alguns professores acomodados e que se importam pouco com os alunos”. Este tipo de mensagem subliminar acaba por se confundir com a realidade e desviando a atenção das verdadeiras razões da falência de nossa educação. Enquanto isto a educação fluminense é considerada a segunda pior do país a partir de exames nacionais.

No âmbito administrativo, temos sido testemunhas, nos últimos quatro anos, de desmandos e arbitrariedades na gestão da educação pública. Podemos iniciar questionando o valor dos recursos aplicados na educação. O prefeito EDUARDO PAES é questionado porque não teria aplicado 25% da arrecadação municipal na educação, como determina a Constituição Federal. Além disto, a educação de nossas crianças está sendo entregue a grupos privados, institutos e fundações. Estes grupos recebem valores altíssimos para realizarem um trabalho questionável. Utilizam material pedagógico desatualizado e que não se adéquam à realidade carioca. Por fim, não são claros os critérios para a contratação destas empresas e das razões de custos tão altos. Muitos de nossos colegas de magistério possuem habilitação, qualificação e experiência muito superior aos profissionais contratados e fariam um trabalho muito melhor se corretamente coordenados e dirigidos.

Ao chegar à prefeitura EDUARDO PAES suspendeu a indenização aos servidores que preferissem não gozar o direito à licença especial de três meses após cinco anos ininterruptos de trabalho e optassem pelo recebimento em dinheiro. Ou seja, raramente o servidor consegue gozar deste direito, não mais pode contá-lo em dobro por ocasião da aposentadoria e não consegue recebê-lo em dinheiro. EDUARDO PAES transformou a licença especial em letra morta.

Em janeiro de 2012 os docentes de nossa rede foram surpreendidos por uma circular que, na prática, anula o critério de antiguidade para a movimentação de professores excedentes em suas U.E.’s e abre a possibilidade de movimentações a partir de critérios subjetivos e pessoais. É a instituição do fascismo, autoritarismo e estado de exceção, na prática política diária de nossas escolas.

A figura da Direção também foi esvaziada com a adoção da urna única que simplesmente anula, na prática, o peso do voto de professores e funcionários na consulta para a escolha da Direção das U.E.’s. Ambas as questões roubam a autonomia administrativa das escolas e induzem a um ambiente onde se inibe a crítica e o questionamento.

As DR’s (duplas regências) continuam sendo comum entre nossos colegas. O baixíssimo salário do professor leva o profissional da educação a dobrar sua jornada de trabalho por um salário anual muito inferior ao salário da sua própria matrícula e sujeito a suspensão sumária em caso de afastamentos por motivo de saúde ou chegada de um novo colega. Normalmente não se possui a tranqüilidade e a segurança para a realização de um trabalho de qualidade. Os colegas que realizam D.R.’s por anos consecutivos não foram ouvidos sobre a possibilidade de aumentar legalmente o número de horas de suas matrículas acabando definitivamente com esta prática. Os baixos salários estão na origem deste problema, visto que milhares de jovens ingressam no magistério público municipal, mas o abandonam assim que surgem oportunidades mais atraentes em outros órgãos públicos nas mais diversas funções. Por fim, milhares de colegas atuam em regime de dupla regência por inúmeros anos e não recebem qualquer benefício por isto em suas aposentadorias.

EDUARDO PAES suspendeu a concessão, assim que assumiu a prefeitura, do Plano de Apoio à Permanência (PAP) que gratificava o professor que permanecia na ativa mesmo depois de já possuír condições de se aposentar. Mais um direito simplesmente roubado.

EDUARDO PAES apoiou no legislativo municipal o PL que acaba com a paridade salarial entre servidores ativos e aposentados. Para tal, alegou que a nova legislação não atingiria o atual servidor, mas não teve o menor pudor em condenar as próximas gerações de servidores a uma velhice de abandono e indigência. Enquanto isto continuamos a pagar grandes somas a empreiteiras de idoneidade questionável, a ONG’s e OS’s.

A SME diminuiu o horário dos intervalos entre as aulas de um turno (recreio) de trinta para vinte minutos sem qualquer consulta à comunidade escolar. Determinou também que as colegas de primeiro segmento não devem permanecer acompanhando suas turmas durante estes intervalos de forma que este período seja caracterizado como atividade sem alunos. Neste período as crianças ficam literalmente abandonadas visto que não existem funcionários de apoio em número suficiente para acompanhá-los com a atenção necessária. Estranhamente, estas medidas foram tomadas após o congresso nacional aprovar lei que determina que todos os professores do ensino básico devem ter 1/3 de seu tempo regular de trabalho em atividades sem alunos. Por fim, ridículo dos ridículos, que o horário de almoço dos colegas que cumprem os turnos da manhã e da tarde no mesmo dia seja considerado horário de planejamento.

Houve uma verdadeira perseguição aos professores de espanhol e francês. Estes profissionais foram tratados como profissionais de segunda categoria tendo tido restringidas suas possibilidades de local e horário de trabalho. Um desrespeito absoluto. Além disto foram criadas tantas dificuldades para a organização do horário de trabalho dos colegas de educação física, língua estrangeira e artes, que isto causou um verdadeiro caos na vida de milhares de profissionais.

A terceirização dos funcionários das escolas ganhou força na gestão EDUARDO PAES com a contratação, com critérios questionáveis, de empresas para o fornecimento de porteiros para as escolas. Não é necessário dizer que esta forma de lotação de funcionários não é adequada para prover a mão-de-obra necessária em nossas escolas. A ligação deste trabalhador com a escola deve ser perene a fim de se estabeleça a ligação de compromisso necessária.

As merendeiras têm sido tratadas de forma imoral. Substituídas por funcionários celetistas da COMLURB, estão recebendo novas lotações sem que se leve em consideração proximidade de suas residências e os laços afetivos desenvolvidos ao longo de anos em suas U.E.’s de origem. Elas não são móveis, são seres humanos. Também as agentes auxiliares de creches atuam como professoras sem que tenham o reconhecimento e a remuneração devidas.

Inúmeras escolas continuam em condições materiais deploráveis. Salas de aula quentes, sem ventilação adequada, com ventiladores barulhentos. Quadras esportivas descobertas que expõem crianças a sol intenso e chuva. Prédios inadequados, e outros precários, apresentam escadas apertadas e pouco espaço para a circulação das crianças. Para piorar este quadro, turmas se apresentam superlotadas inviabilizando uma aula de qualidade. A desordem, causada pela carência de pessoal, e a indisciplina, causada por uma proposta educacional paternalista e assistencialista, leva o profissional de educação a um desgaste tal que eleva em muito o número de licenças médicas. Tudo fruto da falta de um verdadeiro projeto de valorização da educação pública municipal e dos investimentos necessários.

Não precisamos ressaltar a política salarial do governo EDUARDO PAES. O professor e os demais servidores públicos municipais nunca foram tão humilhados em toda a história desta cidade. O salário inicial de um professor está reduzido a pouco mais de dois salários mínimos, e do pessoal de apoio na educação, pouco mais de um salário. O tão almejado PLANO DE CARREIRA foi solenemente ignorado por EDUARDO PAES. Não existe sequer uma proposta para discussão. É uma verdadeira crueldade o que se faz no atual governo. Estranhamente falsas informações de aumentos e prêmios (14º e 15º) chegam à imprensa, levam o servidor a não se rebelar, na esperança de que sejam verdadeiras, e cria na opinião pública a ideia de que os servidores reclamam de forma leviana. Tudo muito conveniente. Finalmente, o FUNDEB permanece não recebendo a publicidade adequada sobre seu uso. O governo EDUARDO PAES não deixa claro como este fundo é utilizado e como. Somos surpreendidos por notícias na imprensa com o possível uso inadequado, como em ajuda a Escolas de Samba.

Eventualmente o prefeito EDUARDO PAES anuncia a iminente falência da PREVI-RIO e o acúmulo de uma dívida impagável. Talvez isto se deva à falta dos repasses devidos ao instituto, mas fica uma dúvida quanto aos propósitos destes anúncios. O que ganha o Sr. Prefeito gerando terror entre os servidores? Enquanto isto, a exemplo de outros governos, EDUARDO PAES cria mais um cartão assistencialista para famílias “carentes” que enche a escola de “responsáveis” cujo único interesse é garantir o recebimento de “suas bolsas” e ameaçam e agridem servidores quando não cumprem o mínimo exigido para isto. Compromisso com a formação da criança? Nenhum!

No que diz respeito ao pedagógico o caos é ainda pior, se é que isto é possível. O governo EDUARDO PAES iniciou sua gestão com a farsa do fim da aprovação automática. Na verdade, nunca o professor foi tão constrangido a promover alunos, sem a menor possibilidade para isto, do que agora. O professor é intimidado, todos os dias, das mais diversas maneiras. Desde o preenchimento de relatórios intermináveis, até a ameaça da perda de prêmios. Critérios absurdos de avaliação são adotados, com alunos sendo promovidos mesmo não tendo alcançado rendimento mínimo em várias disciplinas. Avaliações externas, de nível muito abaixo do devido, e de questões somente objetivas, são compulsoriamente somadas às avaliações ordinárias dos alunos, alterando significativamente o resultado geral. O ciclo, entre o primeiro e o terceiro ano, quando os alunos não podem ser retidos, leva à promoção de analfabetos funcionais que não conseguindo acompanhar os demais alunos nos anos seguintes são lançados em projetos de aceleração e correção de fluxo. Também o famigerado conceito global (CG) leva a aprovação de analfabetos funcionais que mais tarde “concluem” o ensino fundamental e engrossam as estatísticas de reprovação no ensino médio

O material didático oferecido ao professor é de qualidade duvidosa. Além de pouco claros e incompletos, muitas vezes, apresentam equívocos conceituais graves. Temas importantes não são abordados nas apostilas elaboradas pela SME enquanto assuntos irrelevantes são ressaltados. Muitos são apenas resumos de livros didáticos de péssima qualidade. A frequência da entrega é irregular e, não raro, em número insuficiente. Uma desordem completa.

A proposta política populista do governo EDUARDO PAES inibe a construção de uma escola que prime pela disciplina e pela ordem. O professor é frequentemente desrespeitado e agredido de diversas formas sem que os responsáveis por estes atos e seus pais sejam sequer repreendidos. Ao aluno tudo é permitido, sob a alegação da construção de uma escola democrática. Isto gera uma escola em que campeia a violência e os desrespeito ao profissional de ensino. Em razão disto, centenas de colegas se afastam de suas atividades por razões de saúde.

O governo EDUARDO PAES adotou uma política criminosa de enturmação em classes regulares de alunos portadores de necessidades especiais. Apesar da revolta de pais, responsáveis e professores, estes alunos foram atirados em turmas convencionais onde não recebem o apoio especializado para suas necessidades. A palavra crime não representa tudo que este ato significa. Para concluir sua política para estes alunos com um toque de crueldade, EDUARDO PAES e CLÁUDIA COSTIN encerraram os “JOGOS INCLUSIVOS”. Estes Jogos recebiam os alunos portadores de necessidades especiais para competições apropriadas a cada um deles e representavam para os pais, parentes, amigos e professores das crianças um momento de grande emoção e alegria. Novo crime.

O cerceamento constante ao trabalho em sala de aula acabou com a autonomia pedagógica, não podendo o professor adaptar seu trabalho às necessidades de cada turma. Modelos rígidos tentam padronizar uma atividade que possui por excelência como principal característica a diversidade. Nos famigerados GINÁSIOS CARIOCAS o professor se vê obrigado a lecionar ilegalmente disciplinas para as quais não possui habilitação nem qualificação adequada. Nos GINÁSIOS EXPERIMENTAIS colegas professoras de primeiro segmento também atuam lecionando para o 6º ano quando estão habilitadas para o ensino do 1º ao 5º ano. Tudo muito questionável e discutível.

A SME especializou-se em criar calendários e normas para quase que imediatamente mudá-los de forma atabalhoada. Tornou-se uma constante que ao final do ano letivo os professores não saibam quais serão os critérios de promoção dos alunos que se alteram quase todos os dias. Também Diretores têm dificuldade para organizarem suas escolas visto que ora os critérios de enturmação obedecem critérios de intelectualidade, ora obedecem critérios de idade. Uma baderna.

Disto isto, podemos perceber em que foi transformada a Educação Pública Carioca pelo governo EDUARDO PAES. Um mero trampolim político assistencialista/eleitoreiro, que desautoriza e despreza profissionais de carreira em favor de pessoas que acabaram de chegar à nossa rede. A desordem e a incompetência são suas principais marcas.

Não precisamos de uma escola organizada em torno de prêmios e gratificações que existem, ou não, de acordo com o bom humor de EDUARDO PAES. Não precisamos de uma escola que premia áreas carentes com bônus extras, “kits” e “bolsas” eleitoreiras enquanto a maior parte de nossa rede de ensino se encontra deficitária. Não precisamos de uma escola que estimula uma competição desnecessária entre os servidores jogando uns contra os outros.

Se você leu este documento todo, é porque você realmente está preocupado com nossa cidade e nossa educação pública. Não podemos ficar “a reboque dos fatos”. Façamos nós mesmos a nossa história. Se você realmente ama esta cidade, se preocupa com nossa escola pública ou simplesmente acredita no trabalho honesto e competente, repasse este documento a todos aqueles que você conhece. Peça a eles que também repassem aos seus amigos. Eu já sei em quem vou votar nesta eleição, mas não lhes pedirei votos. Declararei apenas em quem eu não vou votar. NÃO VOTAREI EM EDUARDO PAES.

Professor da Rede Pública de Ensino da Cidade do Rio de Janeiro,

Marcos Luiz Freitas Rodrigues.

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Material escolar pra estudar ou pra “comprar”?

Material escolar pra estudar ou pra “comprar”?

Todo ano a mesma coisa, desde que entrei para o magistério.

Nosso rico dinheirinho captado por meio de absurdos impostos é gasto com toneladas de materiais didáticos e outros materiais para os alunos: lápis, borrachas, canetas, cadernos, réguas, mochilas, tênis, camisas, calças, casacos… acho que até cuecas!

Tudo, como eu disse, às toneladas.

É errado? Não, à primeira vista, não.

É dever do estado (do poder público) fornecer todas as condições para uma criança estudar.

Ok.

Mas… detalhe: eles não querem, eles não querem “aquele” material.

Mas… os alunos são obrigados a receber – tudo é jogado nas mãos deles, obrigatoriamente, queira ou não, já tenha tudo ou não.

Muitos não querem, mas nós não temos a opção de oferecer apenas àqueles que realmente querem ou que de fato precisam do material.

Temos que dar a todos, mesmo eles dizendo que não querem.

Resultado: Jogam fora, estragam, quebram dão.

No início deste ano eu mesmo recebi, em minha sala, uns 15 cadernos de alunos que não queriam. Eles iam jogar fora, mas como sabem que eu guardo “coisas” e reutilizo materiais em minha sala, me deram.

Guardei-os e fui oferecendo, aos poucos, àqueles que queriam e necessitavam.

Mochilas e casacos? Pilhas abandonados ao fundo da sala, no primeiro dia de distribuição.

Fora isso, a qualidade de muitos itens. Eu tentei usar uma vez o lápis de cor, lápis e apontador e afirmo: não dá pra usar.

Então, minha questão: o poder público é obrigado por lei a oferecer todas as condições necessárias aos alunos para que estudem, e isso envolve materiais didáticos, uniforme, merenda, etc.

Ok.

Mas, por que não dar PARA QUEM QUER?

Mas, por que não dar PARA QUEM PRECISA?

Por que obrigar o aluno a receber algo que ele não quer, não precisa, já tem o seu?

Ora, ele não quer porque a mãe já comprou, porque vem estampado uma capa que ele não quer e já tem outro caderno, porque o lápis de cor que ele tem é melhor…

Então, por que obriga-lo a receber, para logo depois jogar fora?

Por que não fazer uma distribuição direcionada, àqueles que querem e precisam, guardando material em estoque para ir distribuindo ao longo do ano a estes?

Talvez já saibamos a resposta, pois ela vale milhões nas mãos dos fornecedores (e, quiçá, de quem compra).

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira
Pensando

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Diz que foi engano, diz!

Diz que foi engano, diz!

Erro de digitação transforma troféus em homenagem milionária.

Reprodução da publicação de hoje no DO

Os troféus na realidade custam R$ 5.100,00.

Como eu já mostrei por aqui:

DIARIO OFICIAL DA PREFEITURA RIO. Republicação em 09/09/09. 1. Partes: PCRJ/SME e SANGARI DO BRASIL LTDA 2. Fundamento: Inexigibilidade de Licitação Artigo 25, 3. Razão: Implementação do Programa CTC-Ciência E Tecnologia com Criatividade para os alunos do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Educação 4.VALOR: R$ 67.478.464,47 5. Autorização: Paulo Roberto Santos Figueiredo . 6. Ratificação: Cláudia Costin

DESPACHO DA SECRETÁRIA E DO SUBSECRETÁRIO DE GESTÃO. EXPEDIENTE DE 16-08-2011. DIÁRIO OFICIAL de 17 de agosto de 2011. Processo n° 07/202899/2009. 1. Objeto: Livros e folhetos. 2. Partes: PCRJ/SME e Sangari do Brasil LTDA. 3. Fundamento: Inexigibilidade – Art. 25 Caput da Lei n° 8666 de 21 de junho de 1993 e suas alterações. 4. Razão: Implementação do Programa CTC – Ciência e Tecnologia com Criatividade para os alunos do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Educação. 5. Valor: R$ 27.328.298,87 (vinte e sete milhões, trezentos e vinte e oito mil duzentos e noventa e oito reais e oitenta e sete centavos). 6. Autorização: Paulo Roberto Santos Figueiredo. 7. Ratificação: Claudia Costin.

Fazendo as contas, chegamos à pequena quantia de…

R$ 67.478.464,47

+

R$ 27.328.298,87

= 94.806.763,34

Noventa e quatro milhões, oitocentos e seis mil, setecentos e sessenta e três reais e trinta e quatro centavos

Dinheiro da educação repassado para uma empresa privada fingir fazer o que nós, professores, sabemos fazer – basta, para isso, dar-os as condições necessárias.

Eu gostaria, realmente, de ver uma manchete dizendo que isso foi um erro de digitação!

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira
Engano meu

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Quem lucra com a crise da educação?

Quem lucra com a crise da educação?

Esse quadro está rodando o Facebook, que é uma das minhas maiores fontes de informação hoje.

Ele é bem feito, auto-explicativo.

Mas gostaria de fazer um adendo: esquece-se, ali, dos políticos e seus cupinchas, que eu colocaria em todas as seções.

São eles que fazem as leis, decretos, projetos, que mandam e desmandam, que inventam planos, implantam suas “novidades” a cada mandato, desfazendo tudo o que o anterior fez, contratam fundações a peso de ouro.

E eles são, coincidentemente, donos ou sócios de quase todas as empresas que faturam bilhões com a ignorância – que vão, obviamente, muito além das que ali estão.

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira
A ignorância é uma bênção

   Quem lucra com a crise na educação

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Que fantástico! Agora os professores de Matemática do Espírito Santo sabem ensinar Matemática!

Que fantástico! Agora os professores de Matemática do Espírito Santo sabem ensinar Matemática!

Alastra-se por todo o país o “desvio legal” de verba da educação: ou seja, pegam o dinheiro que é da educação e pagam fundações, institutos, ONGs, consultores externos à escola para fazer o que nós, profissionais da educação, deveríamos receber decentemente para fazer.

Utilizam – e aprofundam – o senso comum de que os professores são incompetentes para fazer o que devem fazer e, então, sentem-se no direito de retirar fortunas do dinheiro da educação para estas instituições privadas.

Mas, não se deixem enganar: NÃO NOS DÃO AS CONDIÇÕES NECESSÁRIAS para podermos realizar nosso trabalho.

Aí fecha-se o círculo vicioso:

Não nos dão condições, os resultados são ruins, paga-se milhões para instituições privatas (ops!, privadas) nos “ensinarem” o que devemos fazer, mas não dão condições…

Alguma dúvida de que isso é engendrado propositadamente?

Essa é do Espírito Santo e é VERGONHOSO:

DISPENSA DE LICITAÇÃO PROCESSO N.° 54166756/2011

A SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO – SEDU, através da Comissão Permanente de Licitação, torna público a DISPENSA DE LICITAÇÃO para contratação da FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, visando a executar o Programa de Formação Continuada, propondo dar continuidade à ação de capacitação dos professores de matemática da rede estadual, por meio do Programa Multicurso Matemática Ensino Médio Ano IV, por um período de 18 (dezoito) meses, com fulcro no art. 24, Inciso XIII da Lei n.º 8.666/93.

Valor total: R$ 2.442.510,52 (dois milhões quatrocentos e quarenta e dois mil quinhentos e dez reais e cinquenta e dois centavos).

Keyla M. Zanetti de Oliveira

Presidente da CPL em exercício

(Fonte)

DOIS MILHÕES E MEIO para ensinar professores de matemática a ensinar?

Mas, aumentar o salário para estimular os professores; diminuir o tempo enfurnado em sala de aula para melhorar o estudo e o planejamento; diminuir a quantidade de alunos em sala; dar-nos condições (tempo e pagamento) para trabalhar com pequenos grupos, apoiando os que têm mais dificuldades; construir salas temáticas com materiais diversificados adequados ao ensino de forma lúdica e prazerosa…

Essas coisas não podem, né?

Claro que não, senão a educação daria certo!

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira
Fora fundação roberto marinho!

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Não tem dinheiro pra educação? Mas pras Fundações, Institutos, Consultores e ONGs “parceiras” da escola tem, e muito!

Não tem dinheiro pra educação? Mas pras Fundações, Institutos, Consultores e ONGs “parceiras” da escola tem, e muito!

Se isso tudo não é “desvio legal” da verba da educação, estou ficando louco – e chato!

Mas para que depois não me venham dizer que estou caluniando, dizendo que estão “desviando” a verba da educação, entenda-se por “desvio legal” a mesma ideia que o Senador Cristovam Buarque chama de “corrupção de prioridades”.

Ou seja, tudo está conforme a lei, certo? Então, EU NÃO ESTOU DIZENDO QUE ESTÃO DESVIANDO DINHEIRO.

Estou dizendo que não estão aplicando o dinheiro da educação com o que realmente importa para a educação, para as escolas, para os professores.

Ora, tudo o que está ali abaixo pode-se dizer que é para a “educação”, certo?

Mas é o que as escolas querem? É o que os professores querem? É o que realmente precisamos? É o que realmente a escola e os professores, ou seja, a educação, está precisando para melhorar sua prática e fazer um bom trabalho?

Quais são nossas prioridades?

Ou é pagamento a um monte de empresas, fundações, institutos, parceiros que ESTÃO FORA DA ESCOLA, vendendo seus “produtos milagrosos” para a educação?

Tirem suas próprias conclusões.

Peço apenas para que vejam com que frequência é utilizada a palavra inexigibilidade, o que quer dizer “licitação impossível; é inexigível porque impossível; é impossível porque não há como promover-se a competição“.

Pergunto: está certo isso? Revisor de texto é impossível licitar? Tudo ali abaixo é impossível de licitar?

Não é a primeira vez que falo sobre isso, sobre o uso da verba da educação com instituições externas à escola.

Vejam AQUI, AQUI e AQUI, por exemplo.

São dúvidas que rondam minha cabeça.

Essas informações foram enviados por um amigo leitor do blog, retiradas do Diário Oficial da prefeitura do Rio de Janeiro.

AUTONOMIA ÀS ESCOLAS E AOS PROFESSORES!

Eu já disse uma vez que “Já que a prefeitura conta com este dinheiro (que é, claro, da educação), poder-se-ia gastá-lo com a coisa pública, com benefício direto e duradouro à coisa pública, e não ficar dependente da privada”.

Queremos escolher qual formação é melhor para nós. Queremos escolher que livros queremos comprar. Queremos tempo (bem pago, como para os consultores!) para nos dedicar à escola para além das aulas. Queremos estrutura adequada. Queremos aumento salarial. Queremos muito mais.

Ora, estou errado?

Abraços,

Declev Reynier Dib Ferreira
Apenas questionando as prioridades na educação

.

Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.
Diário Oficial de 8 de dezembro de 2011.
Despachos da secretária e do subsecretário de gestão.
Expediente de 07-12-2011.
Processo nº 07/007062/2011.

1- Objeto: Assinatura de Revistas e Periódicos.
2 -Partes: PCRJ/SME e Fundação Victor Civita.
3- Fundamento: Inexigibilidade de Licitação – Artigo 25 Inciso Caput da Lei nº 8666 de 21/06/93 e suas alterações.
4- Razão: Assinatura de 10 Edições da Revista Nova Escola
5- Valor: R$ 547.200,00 (quinhentos e quarenta e sete mil e duzentos reais)
6- Autorização Paulo Roberto Santos Figueiredo.
7- Ratificação: Claudia Costin.

 

DESPACHOS DA SECRETÁRIA E DO SUBSECRETÁRIO DE GESTÃO
EXPEDIENTE DE 27/10/2011
DIÁRIO OFICIAL  de 31 de outubro de 2011
Processo nº 07/006805/2011

1) Objeto: Aquisição de Livros
2) Partes: PCRJ/SME e Booklook Editora e Distribuidora de Livros Ltda.
3) Fundamento: Inexigibilidade de Licitação – Artigo 25 Inciso I da Lei 8666 de 21/06/1993 e suas alterações.
4) Razão: Aquisição de livros para atender aos alunos dos Projetos: Aceleração 2 e Autonomia Carioca.
5) Valor: R$ 525.000,00 (quinhentos e vinte e cinco mil).
6) Autorização: Paulo Roberto Santos Figueiredo.
7) Ratificação: Claudia Costin

 

Processo nº 07/006808/2011

1) Objeto: Aquisição de Livros
2) Partes: PCRJ/SME e Editora Objetiva Ltda.
3) Fundamento: Inexigibilidade de Licitação – Artigo 25 Inciso I da Lei 8666 de 21/06/1993 e suas alterações.
4) Razão: Aquisição de livros para acompanhar o material pedagógico de férias destinados aos alunos da Rede Pública de Ensino.
5) Valor: R$ 1.406.000,00 (um milhão quatrocentos e seis mil).
6) Autorização: Paulo Roberto Santos Figueiredo.
7) Ratificação: Claudia Costin

 

Processo nº 07/006801/2011

1) Objeto: Aquisição de Livros
2) Partes: PCRJ/SME e Editora Objetiva Ltda.
3) Fundamento: Inexigibilidade de Licitação – Artigo 25 Inciso I da Lei 8666 de 21/06/1993 e suas alterações.
4) Razão: Aquisição de livros para compor a biblioteca pessoal dos Professores e Auxiliares de Creches da Rede Municipal de Ensino.
5) Valor: R$ 418.103,60 (quatrocentos e dezoito mil cento e três reais e sessenta centavos).
6) Autorização: Paulo Roberto Santos Figueiredo.
7) Ratificação: Claudia Costin

 

Processo nº 07/006803/2011

1) Objeto: Aquisição de Livros
2) Partes: PCRJ/SME e Saraiva SA Livreiros Editores.
3) Fundamento: Inexigibilidade de Licitação – Artigo 25 Inciso I da Lei 8666 de 21/06/1993 e suas alterações.
4) Razão: Aquisição de livros para compor a biblioteca pessoal dos Professores e Auxiliares de Creches da Rede Municipal de Ensino.
5) Valor: R$ 400.008,00 (quatrocentos mil e oito reais).
6) Autorização: Paulo Roberto Santos Figueiredo.
7) Ratificação: Claudia Costin

 

Processo nº 07/006810/2011

1) Objeto: Aquisição de Livros
2) Partes: PCRJ/SME e Casa da Palavra Produção Editorial Ltda.
3) Fundamento: Inexigibilidade de Licitação – Artigo 25 Inciso I da Lei 8666 de 21/06/1993 e suas alterações.
4) Razão: Aquisição de livros para compor a biblioteca pessoal dos Professores e Auxiliares de Creches da Rede Municipal de Ensino.
5) Valor: R$ 427.627,60 (quatrocentos e vinte e sete mil seiscentos e vinte e sete reais e sessenta centavos).
6) Autorização: Paulo Roberto Santos Figueiredo.
7) Ratificação: Claudia Costin

 

Processo nº 07/006784/2011

1) Objeto: Aquisição de Livros
2) Partes: PCRJ/SME e Goal Editora Ltda.
3) Fundamento: Inexigibilidade de Licitação – Artigo 25 Inciso I da Lei 8666 de 21/06/1993 e suas alterações.
4) Razão: Aquisição de livros para atender os alunos do Projeto Autonomia Carioca.
5) Valor: R$ 1.894.397,43 (hum milhão oitocentos e noventa e quatro mil trezentos e noventa e sete reais e quarenta e três centavos).
6) Autorização: Paulo Roberto Santos Figueiredo.
7) Ratificação: Claudia Costin

 

Processo nº 07/006723/2011

1) Objeto: Aquisição de Livros
2) Partes: PCRJ/SME e Pia Sociedade de São Paulo.
3) Fundamento: Inexigibilidade de Licitação – Artigo 25 Inciso I da Lei 8666 de 21/06/1993 e suas alterações.
4) Razão: Aquisição de livros para compor os acervos da Salas de Leitura e Bibliotecas Escolares da Rede Municipal de Ensino.
5) Valor: R$ 102.220,40 (cento e dois mil duzentos e vinte reais e quarenta centavos).
6) Autorização: Paulo Roberto Santos Figueiredo.
7) Ratificação: Claudia Costin

 

SERVIÇO DE REVISÃO DE TEXTO
DIÁRIO OFICIAL de 3 de maio de 2011
Processo nº 07/002099/2011

1. Objeto: Revisor de textos.
2. Partes: PCRJ/SME e Claudia Maria Brum Arruda.
3. Fundamento: Inexigibilidade de Licitação – Artigo 25, Inciso II da Lei nº 8666 de 21/06/93 e suas alterações.
4. Razão: Serviço de revisor do material pedagógico das unidades escolares da SME.
5. Valor: R$ 16.800,00 (dezesseis mil e oitocentos reais).
6. Autorização Paulo Roberto Santos Figueiredo.
7. Ratificação: Claudia Costin.

 

Processo nº 07/002094/2011
Aprovo o Termo de Referência
Processo nº 07/002094/2011

1. Objeto: Revisor de textos.
2. Partes: PCRJ/SME e Admar Branco Brandão
3. Fundamento: Inexigibilidade de Licitação – Artigo 25, Inciso II da Lei nº 8666 de 21/06/93 e suas alterações.
4. Razão: Serviço de revisor do material pedagógico das unidades escolares da SME.
5. Valor: R$ 16.800,00 (dezesseis mil e oitocentos reais).
6. Autorização Paulo Roberto Santos Figueiredo.
7. Ratificação: Claudia Costin.

 

Processo nº 07/002095/2011

1. Objeto: Revisor de textos.
2. Partes: PCRJ/SME e Nelson Fernandes Brandão.
3. Fundamento: Inexigibilidade de Licitação – Artigo 25, Inciso II da Lei nº 8666 de 21/06/93 e suas alterações.
4. Razão: Serviço de revisor do material pedagógico das unidades escolares da SME.
5. Valor: R$ 16.800,00 (dezesseis mil e oitocentos reais).
6. Autorização Paulo Roberto Santos Figueiredo.
7. Ratificação: Claudia Costin.

 

DIÁRIO OFICIAL de 05 de maio de 2010
DESPACHO DA SECRETÁRIA E DO SUBSECRETÁRIO DE GESTÃO EXPEDIENTE DE 03/05/2010
Processo 07/001661/2010

1. Objeto: Curso de Aperfeiçoamento Profissional
2. Partes: PCRJ/SME e Elisa Lucinda Poesia Viva Ltda
3. Fundamento: Inexigibilidade de Licitação – Artigo 25 inciso caput da Lei nº 8666 de 21 de junho de 1993 e suas alterações.
4. Razão: Viabilizar as apresentações do Workshop “Poesia na Escola- Escola Lucinda de Poesia Viva- Casa Poema”
5.  Valor: R$ 30.000,00 (trinta mil reais)
6. Autorização: Paulo Roberto Santos Figueiredo.
7. Ratificação: Cláudia Costin

 

DESPACHO DA SECRETÁRIA E DO SUBSECRETÁRIO DE GESTÃO ( DIÁRIO OFICIAL de 08 de março de 2010)
Expediente de 03/02/2010
*Processo nº 07/000513/2010

1. Objeto: Assessoria técnica na área de educação e pedagogia
2. Partes: PCRJ/SME e JL Goldfarb Eventos Culturais
3. Fundamento: Inexigibilidade de Licitação – Artigo 25, Inciso II da Lei nº 8666 de 21 de junho de 1993 e suas alterações.
4. Razão: Viabilizar a consultoria para o programa ” Rio uma cidade de leitores”
5. Valor: R$ 194.000,00 (cento e noventa e quatro mil reais).
6. Autorização: Paulo Roberto Santos Figueiredo.
7. Ratificação: Claudia Costin

*Omitido no DO de 04/02/2010

 

DIÁRIO OFICIAL DE 18 DE MAIO DE 2009
DESPACHOS DO SUBSECRETÁRIO DE GESTÃO E DO SUBSECRETÁRIO DE ENSINO
EXPEDIENTE DE 12/05/2009
* Processo nº 07/201858/2009

1. Objeto: Treinamento de Pessoal.
2. Partes: PCRJ/SME e Vânia Maria Rizzo Amambahy Santos.
3. Fundamento: Inexigibilidade de Licitação Artigo 25, Inciso I da Lei nº 8666 de 21 de junho de 1993 e suas alterações.
4. Razão: Promover atividade de instrutora no curso Gestão Escolar para Diretores de Escolas Municipais do Rio de Janeiro.
5. Valor: R$ 4.592,00 (Quatro mil quinhentos e noventa e dois reais).
6. Autorização: Paulo Roberto Santos Figueiredo.
7. Ratificação: Álvaro Chrispino.

* Omitido no D.O. de 12/05/2009

 

EXPEDIENTE DE 15/05/2009
Processo nº 07/202181/2009

1. Objeto: Treinamento de Pessoal.
2. Partes: PCRJ/SME e Yvonne Bezena de Mello.
3. Fundamento: Inexigibilidade de Licitação – Artigo 25, Inciso II da Lei nº 8666 de 21 de junho de 1993 e suas alterações.
4. Razão: Promover atividade de capacitação para coordenadores pedagógicos de escolas municipais do Rio de Janeiro e servidores dos níveis central / regional, com o tema “Aplicação do Método Uerê-Mello em salas de aula, avaliação e sistematização, resultados esperados da metodologia Uerê-Mello e Estatísticas da Aplicação nos últimos anos”.
5. Valor: R$ 8.550,00 (Oito mil quinhentos e cinqüenta reais).
6. Autorização: Paulo Roberto Santos Figueiredo.
7. Ratificação: Álvaro Chrispino.

 

Processo nº 07/202182/2009

1. Objeto: Treinamento de Pessoal
2. Partes: PCRJ/SME e Eduardo Jorge Custódio da Silva.
3. Fundamento: Inexigibilidade de Licitação – Artigo 25, Inciso II da Lei nº 8666 de 21 de junho de 1993 e suas alterações.
4. Razão: Promover atividade de capacitação para coordenadores pedagógicos de escolas Municipais do Rio de Janeiro e servidores dos níveis central / regional, com o tema “Bases Neurofisiológicas do Aprendizado, transtornos neuropsiquiátricos da infância e da adolescência, transtornos do estresse e pós-traumáticos: influência no cotidiano escolar.”
5. Valor: Valor: R$ 8.550,00 (Oito mil quinhentos e cinqüenta reais).
6. Autorização: Paulo Roberto Santos Figueiredo.
7. Ratificação: Álvaro Chrispino.

 

Processo nº 07/202183/2009

1. Objeto: Treinapmento de Pessoal.
2. Partes: PCRJ/SME e Evelyn Eisenstein.
3. Fundamento: Inexigibilidade de Licitação – Artigo 25, Inciso II da Lei nº 8666 de 21 de junho de 1993 e suas alterações.
4. Razão: Promover atividade de capacitação para coordenadores pedagógicos de escolas municipais do Rio de Janeiro e servidores dos Níveis Central / regional com o tema: “Crescimento, desenvolvimento, nutrição e maturação: equilíbrio vital e prevenção da violência e abusos – Avaliação das situações de risco”.
5. Valor: R$ 8.550,00 (Oito mil quinhentos e cinqüenta reais).
6. Autorização: Paulo Roberto Santos Figueiredo.
7. Ratificação: Álvaro Chrispino.

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