Arquivo da categoria: Física

Festival do Minuto com tema ciências

Festival do minuto

O famoso Festival do Minuto deste ano está com o tema “Ciência”.

O Festival do Minuto, um é festival de vídeos permanente e online que acontece desde 1991.

Para participar, basta fazer o cadastro no site e enviar um video de até um minuto sobre ciências.

Hoje em dia, com a tecnologia, fica cada vez mais fácil fazer vídeos, especialmente os de cutrta duração, pois pode-se utilizar, por exemplo, celulares para filmar.

É uma boa oportunidade para colocar a criatividade dos alunos pra trabalhar e ainda concorrer a R$ 10.000 em prêmios.

Entra lá e veja o regulamento:

FESTIVAL DO MINUTO

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira

180 atividades práticas de Física

Aulas Práticas de Física - Google Chrome

Olhaí professores de Física: 180 atividades práticas de Física.

Eu entrei em algumas e as achei um pouco “avançadas” para minhas turmas do Fundamental – 9º ano.

Mas dá pra adaptar algumas e aproveitar.

Para Ensino Médio, acho bem legal.

De qualquer forma, fica a dica, agradecendo ao autor.

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira
Sinceramente, não gosto muito…

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No Diário do Professor você encontra artigos e links sobre o dia-a-dia da Educação:

Planos de aula, Atividades, Práticas, Projetos, Livros, Cursos, Maquetes, Meio Ambiente… e muito mais!

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Carta aberta de um professor de Física

Carta aberta de um professor de Física

Esta carta está circulando na internet.

Resolvi publicá-la por considerá-la verídica.

Nem todos os casos como estes terminam na polícia, mas este serve para pensarmos: qual a função de um professor? Como ele deve se portar quando recebe um aluno assim (o que é muito comum)?

Alunos têm que receber limites do professor? Como se faz isso, com alunos sem nenhum limite?

São questões… parece que a educação chegou em um grande impasse: queremos que a educação formal salve nossa sociedade, mas não damos valor, respeito nem valorizamos o professor.

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira Culpado (?)

p.s.: Se o autor quiser retirar a carta do ar por algum motivo, ou mesmo se ele não quiser vê-la aqui publicada, basta me enviar uma mensagem que a retiro.

Porto Alegre (RS), 16 de julho de 2011

Caro Juremir (CORREIO DO POVO/POA/RS),

Meu nome é Maurício Girardi. Sou Físico. Pela manhã sou vice-diretor no Colégio Estadual Piratini, em Porto Alegre, onde à noite leciono a disciplina de Física para os três anos do Ensino Médio.

Pois bem, olha só o que me aconteceu: estou eu dando aula para uma turma de segundo ano. Era 21/06/11 e, talvez, “pela entrada do inverno”, resolveu também ir á aula uma daquelas “alunas-turista” que aparecem vez por outra para “fazer uma social”. Para rever os conhecidos. Por três vezes tive que pedir licença para a mocinha para poder explicar o conteúdo que abordávamos.

Parece que estão fazendo um favor em nos permitir um espaço de fala. Eis que após insistentes pedidos, estando eu no meio de uma explicação que necessitava de bastante atenção de todos, toca o celular da aluna, interrompendo todo um processo de desenvolvimento de uma idéia e prejudicando o andamento da aula.

Mudei o tom do pedido e aconselhei aquela menina que, se objetivo dela não era o de estudar, então que procurasse outro local, que fizesse um curso à distância ou coisa do gênero, pois ali naquela sala estavam pessoas que queriam aprender’ e que o Colégio é um local aonde se vai para estudar. Então, a “estudante” quis argumentar, quando falei que não discutiria mais com ela.

Neste momento tocou o sinal e fui para a troca de turma. A menina resolveu ir embora e desceu as escadas chorando por ter sido repreendida na frente de colegas. De casa, sua mãe ligou para a Escola e falou com o vice-diretor da noite, relatando que tinha conhecidos influentes em Porto Alegre e que aquilo não iria ficar assim. Em nenhum momento procurou escutar a minha versão nem mesmo para dizer, se fosse o caso, que minha postura teria sido errada. Tampouco procurou a diretoria da Escola.

Qual passo dado pela mãe? Polícia Civil!… Isso mesmo!… tive que comparecer no dia 13/07/11, na 8.ª (oitava Delegacia de Polícia de Porto Alegre) para prestar esclarecimentos por ter constrangido (“?”) uma adolescente (17 anos), que muito pouco frequenta as aulas e quando o faz é para importunar, atrapalhar seus colegas e professores’.

A que ponto que chegamos?

Isso é um desabafo!… Tenho 39 anos e resolvi ser professor porque sempre gostei de ensinar, de ver alguém se apropriar do conhecimento e crescer. Mas te confesso, está cada vez mais difícil. Sinceramente, acho que é mais um professor que o Estado perde. Tenho outras opções no mercado. Em situações como essa, enxergamos a nossa fragilidade frente ao sistema. Como leitor da tua coluna, e sabendo que abordas com frequência temas relacionados à educação, ”te peço, encarecidamente, que dediques umas linhas a respeito da violência que é perpetrada contra os professores neste país”.

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