Arquivo da categoria: Livros e artigos

Lançamento do livro “Lembranças do Vazio”

Capa livro

A obra captura a vida de dois irmãos, tornando-a imortal nas páginas de um romance singular. Uma leitura que nos faz refletir sobre o mundo e sobre nossos próprios atos.

orelhas

Sobre o livro

O que fazer quando nos deparamos com perdas irreparáveis ao longo da vida? Encarar os vários estágios de superação ou se entregar à dor, à sensação de vazio que insiste em preencher os dias?

Os irmãos Leônidas e Oscar, que cruzam as páginas deste romance, atravessaram inúmeros momentos como esses, em que o forte laço que os unia consolidou-se no alicerce que os mantinha de pé, mesmo quando seus caminhos se distanciavam.

Não se trata, contudo, de uma história de tristezas. “Lembranças do Vazio” é, acima de tudo, uma obra feita de memórias e trajetórias individuais, por onde desfilam amores, dúvidas, conflitos, experiências que acabam por unir pessoas para além dos laços de sangue.

Luiz Eduardo Farias tece sua narrativa com sensibilidade e bom humor. Leônidas se torna alguém familiar ao leitor, que percorre as aventuras e desventuras do protagonista em sua longa caminhada na construção de si como ser humano. Uma história que é, afinal de contas, um pouco a história de cada um de nós.

IMG_20160516_175929 (2)

Sobre o autor

Apaixonado por livros, cachorros e pelo Botafogo, Luiz Eduardo Farias é historiador e professor, lecionando no Colégio Municipal Delce Horta (Fevre) e no Colégio Estadual Baldomero Barbará. Natural de São Gonçalo (RJ), atualmente mora em Volta Redonda (RJ). Escreve crônicas e desabafos ligados a sua  profissão há alguns anos. Lembranças do Vazio é seu primeiro romance.

https://www.youtube.com/watch?v=-OAIO1iyDVQ

Onde comprar?

No Mercado Livre

No site do autor

Quero agradecer ao Declev pela oportunidade de divulgar meu livro aqui. Fico feliz de compartilhar esse momento tão marcante com todos vocês do Diário.

Contos de fadas e outros livros

Esta relação de sites abaixo me foi enviada pela minha colaboradora e amiga Regina Milone.

São sites com contos de fadas e outros livros (muitos para downloads), visando a Educação Infantil e o educador.

contos de fadas

Tem sites para todos os gostos e que valorizam a literatura infantil. Ótimos para valorizar a leitura desde cedo!

Agradeço a ajuda da Regina e espero que seja bem útil pra vocês.

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira

Livro de entrevistas sobre Educação Ambiental

Foi lançado um livro com a compilação das entrevistas sobre Educação Ambiental da Revista Eletrônica Educação Ambiental em Ação.

O livro é digital e está disponível para download gratuito.

O livro foi organizado por Berenice Adams, idealizadora do GEAI, pesquisadora, autora de diverso livros sobre educação ambiental.

Livro: “Coletânea de Entrevistas da Revista Eletrônica EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM AÇÃO”.

Entrevistas

São mais mais de cinquenta experiências, de diferentes atores sociais que, direta ou indiretamente, possuem vínculo com a Educação Ambiental.

Todos foram entrevistadas ao longo dos 12 anos da revista virtual Educação Ambiental em Ação (entre 2002 e 2014).

Para download do livro, clique neste link.

Eu participo com uma entrevista.

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira

 

PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO

Rio de Janeiro, 18 de março de 2014.

PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO

Boa tarde a todos!

Fiquei um tempo sem aparecer por aqui, cansada demais, física e emocionalmente, para manter o mesmo nível de debate constante sobre Educação em nosso país.

Mas volto agora, talvez mais como psicóloga do que como professora e pedagoga, nesse momento, pois conheço de perto o quanto é importante e útil o conhecimento básico da Psicologia, para todos os profissionais que trabalham com gente.

Utilizei a imagem de Einstein aqui, com a seguinte mensagem: “E se este homem tivesse passado por um manicômio? Deixar nosso preconceito pode mudar a História”. Escolhi essa imagem e texto porque Einstein é um exemplo do que acontece até hoje: em determinado momento, foi considerado “retardado e incapaz de aprender”, por uma escola onde estudou na infância, o que foi dito à seus pais. Ele era apenas disléxico e, por isso, começou a falar tarde, tinha raciocínio lento e baixo rendimento escolar. Só conseguiu ser alfabetizado aos 9 anos. E, mesmo com todos esses efeitos da dislexia, ele foi, na verdade, um gênio na História da humanidade! Já pensaram o que aconteceria se os pais dele seguissem o que a escola lhes disse sobre seu filho e desistissem dele?

Por questões parecidas com essa e por ter percebido a carência de tantos profissionais de Educação em relação a como compreender e lidar melhor com alunos que parecem ter algum problema psicológico (ou neuropsicológico) sério, deixo uma sugestão, para nossos próximos encontros por aqui: perguntem o que tiverem vontade, especialmente sobre Psicologia (sobre Pedagogia também podem perguntar), para que eu possa ajudá-los em seu trabalho escolar, com informações, relatos de experiências e dicas.

Hoje a dica é ler um artigo ótimo, sobre os absurdos que ainda acontecem em nosso país, relacionados a internações de crianças e adolescentes em instituições psiquiátricas, sem necessidade. É um verdadeiro crime o que acontece!

E, nas escolas, quantas vezes ouvi: “esse menino não é bom da cabeça”, “aquela mãe toma remédio controlado – é doida mesmo!”, “ih, essa aí? Não tem jeito não: é maluca! E os filhos também são, claro!”, entre outras provas de preconceito e ignorância como essas.

Muitos alunos não têm problemas de saúde mental e sim problemas oriundos da absurda injustiça social e péssima distribuição de renda em que ainda vivemos no Brasil. O fato de crescerem nesse meio pode acabar até levando-os a algum transtorno mental grave sim, mas a principal origem é social e nessa ninguém quer tocar. Falarei mais sobre isso em meu próximo artigo aqui no Diário do Professor.

De qualquer forma, procurem ler o artigo que citei no início deste meu texto, pois é objetivo e esclarecedor, realista e atual . Vocês podem encontrá-lo em: http://brasil.elpais.com/brasil/2014/03/17/opinion/1395072236_094434.html

Antes de me despedir, deixo aqui, com vocês, a introdução do artigo, que resume o assunto tratado ali:

Como se fabricam crianças loucas

Os manicômios não são passado, são presente. Uma pesquisa realizada no hospital psiquiátrico Pinel, em São Paulo, mostra que, mesmo depois das novas diretrizes da política de saúde mental no Brasil, crianças e adolescentes continuaram a ser trancados por longos períodos, muitas vezes sem diagnóstico que justificasse a internação, a mando da Justiça. Conheça a história de Raquel: 1807 dias de confinamento. E de José: 1271 dias de segregação. Ambos tiveram sua loucura fabricada na primeira década deste século.”

Vale a pena ler o artigo todo! Não é só para psicólogos ou psiquiatras e sim para pais, professores e todos que lidam com gente diariamente, especialmente para os que lidam com pessoas ainda em sua formação básica: crianças e adolescentes.

Até nosso próximo encontro por aqui!

 Abraços,

 Regina Milone

(professora, pedagoga, arteterapeuta e psicóloga clínica).

Luta-manicomial-282x400a

Será que o TDAH existe?

Primeiro vejamos o significado da sigla: TDAH = Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade.

Lendo mais um excelente texto sobre isso – http://equilibrando.me/2013/05/21/o-tdah-existe/ -, refleti, de novo, sobre essa questão: será que o TDAH existe?

Um dos trechos mais verdadeiros no texto, em minha opinião, é:

“Portanto, a resposta à pergunta: “Será que o TDAH existe?” realmente depende da agenda do observador. Pessoalmente, acho que é mais útil descobrir as causas sociais subjacentes da inquietação ou distração da criança e fazer alterações específicas no ambiente social para remover os estressores. A criança ouve seus pais brigando ou discutindo o tempo todo? A criança está sendo abusada? A criança tem um professor que não é capaz de lhe dar a atenção extra que ela precisa, porque tem que lidar com uma sala de aula superlotada?”

Vou procurar responder, a partir de pesquisas e experiências profissionais que tenho/tive tanto como pedagoga, quanto como arteterapeuta e psicóloga.  Quando era apenas professora, ainda não havia estudado esse assunto com o mínimo de profundidade, o que é um absurdo (continua sendo, nas formações de hoje…), porque toda formação de professor tinha que ensinar isso, debater, refletir a respeito, etc. Até porque esse tipo de transtorno pode ser encontrado tanto nos alunos quanto nos próprios profissionais da Educação também, assim como nas famílias dos alunos.

Concordo muito com o autor do artigo citado acima. Medicação forte, ainda mais em crianças, só se deve usar em último caso. Porém, é importante não radicalizarmos para um lado ou para o outro. Se há excesso de diagnósticos mal feitos e de medicalização por um lado, muitas vezes sem necessidade ou sem se haver tentado alternativas, outras vezes também há excesso de pensamentos do tipo “resolvo isso sozinho; basta o amor da família e dos amigos; se houver mudança em relação a desigualdade social em que vivemos tudo se resolverá;  essa pessoa (criança, adolescente ou adulto) precisa é de limites; etc.”

Radicalizar para um lado ou para o outro é perigoso, pois, agindo assim, pode-se colocar muita gente em risco de vida e isso pode e deve ser evitado. Os transtornos existem (e podem, entre outras coisas, levar ao suicídio…), tem muita relação com o ambiente social e familiar sim (as neurociências tem provado várias coisas, nesse sentido), mas não tem a ver SÓ com isso, então é preciso ver caso por caso.

Tanto na Pedagogia quanto na Psicologia Social há uma tendência de só se ver causas sociais para tudo. E isso é tão incompleto quanto ver só causas familiares, psicológicas (individuais, subjetivas… como acontece com parte da visão da psicologia clínica), etc.
Enquanto fica esse “racha”, um grupo no extremo oposto em relação ao outro, milhões de injustiças foram, são e serão cometidas.

Se ficarmos no extremo em que se pensa que tudo é problema social, estaremos inclusive negando algo óbvio: qualquer problema de origem social pode aparecer, como consequência, em forma de doenças e transtornos SIM, já que o desequilíbrio emocional e psíquico acompanha a vida de quem nasce e cresce em meio a violência das injustiças e da desigualdade social em que vivemos. E, se pensarmos que quando houver justiça social, aí sim todos esses transtornos desaparecerão, há que se questionar algumas coisas:  é possível vivermos, algum dia, numa sociedade onde haja condições “ideais” e justiça social para todos ou esse é apenas um sonho a estarmos sempre perseguindo, buscando, nos dando algum norte? E, se essa sonhada justiça vier, se conseguirmos conquistá-la, isso significa que problemas que envolvem o desequilíbrio psíquico vão simplesmente sumir, “evaporar”, como se nunca tivessem existido, isto é, as pessoas ficarão automaticamente “curadas”??? Com certeza não. Pois se a subjetividade dos indivíduos é formada em parte pela cultura e sociedade, também é formada, em parte, por componentes genéticos, biológicos, além dos componentes familiares. Na verdade, acontece uma soma e, muitas vezes uma espécie de mistura, onde entram todos esses elementos, sendo que alguns são mais determinantes em algumas pessoas e outros em outras.

DIZER QUE O TDAH E OUTROS TRANSTORNOS NÃO EXISTEM É TÃO ABSURDO QUANTO DIZER QUE TODA CRIANÇA QUE É AGITADA E DISPERSA TEM TDAH.

Já acompanhei casos de crianças e adolescentes que foram bem diagnosticados, assim como vi verdadeiros absurdos sendo cometidos apenas na intenção de “calar” um pouco aquela criança ou adolescente que está, na verdade, reagindo ao ambiente familiar e social em que vive. Muitas crianças agitadas e dispersas não tem TDAH, como muitas que são excessivamente organizadas e cheias de manias também não tem necessariamente TOC (= transtorno obsessivo-compulsivo), e isso só para citar, aqui, apenas dois tipos de transtornos existentes.

No caso dos responsáveis – principalmente família e escola – sentirem que aquela criança ou adolescente não está mais dando tanto “trabalho” quanto antes, está menos agitada e menos “respondona”, acabam se acomodando e achando que estão fazendo o “melhor” pra ela… Dá menos trabalho pensar assim e encher a pessoa de remédios, do que se comprometer num nível macro, percebendo a responsabilidade de cada um – família, escola, sociedade – no que se refere ao comportamento daquela criança ou adolescente.

Então… Nem tanto ao mar e nem tanto à terra!

não-à-medicalização-da-vida1

Se a Psicologia foi mal utilizada, em outros momentos históricos, quando virou quase que norma geral, nas escolas, acreditar que todo aluno “difícil” tinha algum transtorno ou problema psicológico, isso NÃO significa que esse campo do saber não seja importantíssimo na Educação! É preciso “não jogar fora a criança com a água suja do banho”!!! Até porque, hoje em dia, a Psicologia Social tem crescido cada vez mais e é uma linha importante, que trabalha justamente em cima das tantas causas sociais dos, muitas vezes, mal diagnosticados indivíduos que são encarados como portadores dos mais diversos “transtornos”.

Mas os transtornos existentes por causas genéticas, biológicas, neurológicas, etc., EXISTEM SIM, em vários casos, o que também não pode ser esquecido.

De qualquer maneira, a psicoterapia, essa sim pode ajudar e muito, tanto num caso quando no outro, isto é, tanto quando realmente existe um transtorno que está levando a um sofrimento insuportável, quanto nos casos em que o problema é basicamente de origem psicossocial (e, nesse quesito, sempre entra a escola, com força total, pois é ela quem vai ajudando ou prejudicando, diariamente, na formação daquele indivíduo).

E psicoterapia não tem nada a ver com medicalização. As questões são abordadas de outra forma e só necessitam de ajuda medicamentosa em muito menos casos do que tanta gente pensa (muito menos mesmo!). A psicoterapia ajuda muito mais na questão de se aprender como se pode estar num mundo tão adoecido e injusto sem se perder na multidão “normal” que é, tantas vezes, covarde e medíocre. Aprendemos como ajudar nisso, na Psicologia, na medida em que trabalhamos o autoconhecimento, os mecanismos de defesa, os desejos inconscientes, os padrões repetitivos de respostas, etc. Aprendemos sobre como funciona o psiquismo humano, consciente e inconsciente, e o quanto dessa subjetividade é formada em parte pela família e escola e em parte pela cultura e sociedade. Mas, infelizmente, pelo fato da Psicologia ser uma área da Saúde diferente da Medicina, muitos ainda acham que o trabalho do psicólogo não é científico e é só um monte de “conversinhas, conselhos, etc.”, o que não chega nem perto do que realmente é!

Então, há que se ter muito cuidado e atenção nesse assunto. Se os americanos, citados no texto aqui indicado, exageram em remédios e diagnósticos baseados excessivamente em fatores genéticos e biológicos, outros países exageram pro lado oposto, o que também pode causar muitos danos.

Precisamos ter “muita calma nessa hora”!

Os americanos, de maneira geral, buscam soluções concretas e imediatas para questões, muitas vezes, bem mais complexas. E esse comportamento é repetido, em larga escala, aqui no Brasil, já que somos, infelizmente, ainda “colonizados” ideologicamente por eles, de uma forma tão maciça, embora “disfarçada”, que muitos reagem exatamente da maneira esperada por eles, sem ter a menor consciência disso. Numa sociedade capitalista tudo envolve lucro e, no caso dos transtornos psíquicos, é muito mais vantajoso para a indústria farmacêutica “vender” a ideia de que tudo pode e deve ser resolvido com remédios. Mas, na verdade, NÃO PODE.

É comum pais e professores buscarem esse tipo de solução para alunos “difíceis” ou para alunos com necessidades especiais. Até porque é assustador não existirem “receitas de bolo”, aplicáveis a todos, para que esses alunos parassem de “atrapalhar”. Então querem algo que resolva tudo de forma quase mágica! E rápida! Ouvi milhares de cobranças desse tipo na minha vida profissional. Mas, numa realidade social tão injusta e violenta como a que vivemos, NÃO existem remédios para diminuir ou acabar com muitos dos comportamentos considerados inadequados. De certa forma, a sociedade é que é “inadequada”! É ela que gera um número cada vez maior de pessoas depressivas, ansiosas, agitadas, agressivas, desrespeitosas, etc. Ou vocês acham que seria possível essas reações não aparecerem em nossos alunos, diante do mundo caótico em que vivemos e onde “criamos-educamos-ensinamos” nossas crianças e adolescentes?

E a sociedade em que vivemos é construída diariamente por todos, principalmente por nós, adultos! A sociedade somos nós.

Em outras culturas e sociedades, a visão pragmática e comportamental dos americanos não é a que domina. Visões mais filosóficas são as que são estudadas mais a fundo, na busca de entender e aprender a lidar com essas questões. Em geral, na Psicologia, essas culturas recebem mais influência da visão analítica – Psicanálise, Psicologia Analítica, etc. – do que da visão neuropsicológica.

No entanto, muito do que sabemos hoje vem de descobertas incríveis no campo das neurociências SIM. Ficar no extremo oposto, negando esse conhecimento, é simplesmente partir pro outro lado da MESMA MOEDA!

Por isso, meus amigos, analisemos caso a caso, busquemos ajuda profissional, pesquisemos sempre sobre esse assunto pois, para trabalhar com crianças e adolescentes, é preciso se dedicar nesse sentido SIM, ou então ficaremos apenas numa gangorra eterna, ora num extremo e ora no outro, enquanto nossos filhos e nossos alunos continuarão sofrendo e reagindo do jeito que conseguem reagir. E, afinal, mesmo já sendo adulto, cada ser humano só é capaz de reagir da sua própria maneira, com seus limites e possibilidades, e não da forma “ideal”, muitas vezes pretendida. Mas podemos melhorar nisso. Realmente podemos! Só que, para isso, é preciso se comprometer a ir um pouco mais fundo na hora de se buscar “explicações” e “soluções” rápidas para as crianças, os adolescentes e, também, para nós mesmos, os adultos da história.

Acabei escrevendo um texto longo, pois esse assunto, a meu ver, merece aprofundamento, mas vejam que nem citei o fato, concreto, de que a grande maioria dos alunos de escolas públicas que encaminhamos para ajuda psicológica ou psiquiátrica nem mesmo é levada pelos pais para pelo menos uma consulta inicial. Acompanhei casos em que as famílias eram tão pobres que nem dinheiro tinham para a condução e, sem transporte, acabavam “deixando pra lá” o assunto ou deixando “nas mãos de Deus” ou automedicando seus filhos com remédios fortíssimos (geralmente, nesses casos, as famílias costumam conhecer alguém que trabalha em hospital e que, por isso, consegue a receita – por baixo dos panos! -, já que esses remédios são controlados)… E, assim, o que poderia melhorar, ia só piorando mais a cada dia…

Não esqueçam: seja por causas somente psicológicas ou basicamente psicossociais, esses problemas não vão simplesmente “evaporar”. Precisam de ajuda profissional.

Abraços,

 

Regina Milone.
Pedagoga, Arteterapeuta e Psicóloga.
Rio de Janeiro, 29 de maio de 2013.

 

Em que ocasiões se manifesta seu machismo?

Fico pensando que alguns artigos que leio são maravilhosos para os educadores.

Nós, professores, podemos – e devemos fazer mais do que fazemos – utilizar estes textos como base para aulas.

Fazer os alunos lerem e pensarem sobre eles.

Eu já tive o prazer de saber que alguns textos meus, daqui do blog, foram e são utilizados por professores de todos os níveis de ensino em suas salas de aula.

Hoje, trago uma pérola, para que possamos trabalhar questões de gênero e o machismo nosso do dia a dia.

Vale a pena imprimir e trabalhar com nossos alunos, talvez fazer um debate, uma roda de conversa ou qualquer dinâmica que possa trazer à tona nossos preconceitos e desconstruí-los.

“Quantas violências eu sofro só por ser mulher?”, pergunta a autora.

Em determinado momento, ela inverte as posições, para nos fazer pensar:

“Rio de Janeiro, 2013. Um casal é sequestrado em uma van. As sequestradoras colocaram um strap-on sujo, fedido de merda e mofo, e estupraram o rapaz. Todas elas, uma a uma, enfiavam aquela pica enorme no cu do moço, sem camisinha e sem lubrificante. A namorada, coitada, tentou fazer algo mas foi presa e levou chutes e socos.’”

E, ao final, uma pergunta:

“E você, leitor homem? Quando é abordado de forma hostil por um estranho na rua, pensa “por favor, não leve meu celular” ou “por favor, não me estupre”?”

Fiquem com o texto e pensem e usem e eduquem e mudem.

Como se sente uma mulher

Como se sente uma mulher
Por Claudia Regina

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira

Livros grátis para download no Portal Multirio

Livros grátis para download no Portal Multirio.

A Multirio é a Empresa Municipal de Multimeios, que desenvolve ações nos setores educacional e cultural.

Lá no site tem três opções para os professores interessados em desenvolver atividades mais dinâmicas em sala de aula, grátis, para baixar:

Quadrinhos – Guia Prático apresenta os principais conceitos utilizados na criação de HQs, como o tempo da narrativa, o uso de balões e letras, o desenho de personagens e a elaboração de roteiros.

Mestre do Tempo Conta Histórias do Rio – Convida a fazer um passeio pela cidade, não apenas com a finalidade de instruir sobre os aspectos históricos, o crescimento e as transformações, mas também com o intuito de aproximar a criança do seu ambiente e elevar sua estima pelo lugar em que vive. [Coitada da cidade do Rio com este prefeito… é bom as crianças conhecerem enquanto podem]

A Escola entre Mídias – Oferece um planejamento de produção com o uso de diferentes ferramentas tecnológicas em favor da dinâmica do trabalho nas salas de aula, com o passo-a-passo para o planejamento de produções de vídeo, de áudio e de web, com modelos de formulários que podem ser adaptados a cada necessidade e especialidade.

Para baixar os arquivos, vá no site da Multirio (esse link deve entrar direto).

Mas lá tem mais coisas, você pode fuçar na seção Biblioteca.

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira
Leitor

Veja mais livros grátis aqui no Diário do Professor.

= = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = =

No Diário do Professor você encontra artigos e links sobre o dia-a-dia da Educação:

Planos de aula, Atividades, Práticas, Projetos, Livros, Cursos, Maquetes, Meio Ambiente… e muito mais!

Compartilhe!

Roteiros de Viagem Turista Profissional

Vou fugir um pouco do tema central do blog – educação –, mas por uma boa causa.

Vem chegando as merecidíssimas férias dos professores, e nada mais justo que uma boa viagem.

Eu e minhas esposa somos o que se pode dizer “viajantes quase profissionais”, tanto que é este o nome do blog dela: Turista Profissional.

Eu colaboro com o blog com artigos e as fotos, que são quase todas minhas. Dê uma olhada e veja se levo jeito pra coisa.

Nós escrevemos dois roteiros de viagem, um de Paris outro de Buenos Aires:

Roteiro de 7 dias em Paris e Arredores

Roteiro de 7 dias em Buenos Aires e Arredores

Eles contém um passo-a-passo para se visitar essas cidades e algumas outras atrações por perto, com dicas diárias.

Ou seja, a cada dia tem um roteiro que pode ser feito praticamente a pé, mostrando os pontos turísticos de uma determinada parte da cidade.

Desta forma, você conhecerá praticamente toda Paris ou toda Buenos Aires, de forma simples e barata.

Além disso, eles contém dicas de como ir do aeroporto ao centro da cidade, dicas de onde se hospedar, de onde comer e de onde fazer compras mais baratas.

Quem estiver pensando em viajar, eu recomendo.

Você compra pela internet de forma segura e recebe um link para baixá-los em seu computador em PDF. Depois disso, pode utilizá-los em um tablet ou imprimir, pois estão configurados para isso.

Cada um custa 12,90 Euros, o que deve dar, mais ou menos, uns R$ 30,00.

Baner Lateral Buenos Aires - 2

Paris PB

Abraços, e boa viagem,

Declev Reynier Dib-Ferreira
Viajante e fotógrafo

= = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = =

No Diário do Professor você encontra artigos e links sobre o dia-a-dia da Educação:

Planos de aula, Atividades, Práticas, Projetos, Livros, Cursos, Maquetes, Meio Ambiente… e muito mais!

Compartilhe!

Novo portal de livros: SciELO Livros

Novo portal de livros: SciELO Livros

 

Livro nunca é demais, certo?

Então, divulgo mais uma ferramenta para quem gosta.

E, claro, é gratuito.

Foi lançado em 30 de março, durante evento na Universidade Estadual Paulista (Unesp), em São Paulo, o portal SciELO Livros.

Integrante do programa Scientific Eletronic Library Online SciELO Brasil – resultado de um projeto financiado pela FAPESP em parceria com o Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme) –, o portal visa à publicação on-line de coleções de livros de caráter científico editados, prioritariamente, por instituições acadêmicas.

A iniciativa pretende aumentar a visibilidade, o acesso, o uso e o impacto de pesquisas, ensaios e estudos realizados, principalmente, na área de humanas, cuja maior parte da produção acadêmica é publicada na forma de livros.

Inicialmente, o portal reunirá cerca de 200 títulos, distribuídos mais ou menos igualmente entre as editoras das três universidades. A partir do lançamento, a expectativa é que a coleção possa contar com a adesão de outras editoras acadêmicas.

Veja a notícia completa aqui.

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira
Leitor

= = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = =

No Diário do Professor você encontra artigos e links sobre o dia-a-dia da Educação:

Planos de aula, Atividades, Práticas, Projetos, Livros, Cursos, Maquetes, Meio Ambiente… e muito mais!

Compartilhe!

Mais de 100 livros com downloads grátis

Mais de 100 livros com downloads grátis

Um site interessante é o Universia. Vejam estes artigos:

São mais de 100 livros para downloads grátis! Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira Eu livro

= = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = =

No Diário do Professor você encontra artigos e links sobre o dia-a-dia da Educação:

Planos de aula, Atividades, Práticas, Projetos, Livros, Cursos, Maquetes, Meio Ambiente… e muito mais!

Compartilhe!